Deputados paraenses não furaram fila de vacinação e foram vítimas de fake news do Diário do Pará

No domingo o Jornal Diário do Pará, do Governador Helder Barbalho, levantou dúvidas sobre a família de um deputado, que ele chamou de emplumado, ter furado a fila da vacina em um hospital de Capanema.

A nota maldosa, era maldosa e mentirosa. Puro Fake News do jornal oficial do estado do Pará.

Os hospitais de Capanema e os deputados que tem ligação com a área de saúde ou com a cidade estão inocentes e todos dizem ter responsabilidade e respeito com a população e por isso aguardarão seu lugar na fila de vacinação.

Deputado Federal Nilson Pinto, Eduardo Costa e o deputado estadual Jaques Neves, que tem ligação com Capanema, respeitarão todos os protocolos e a fila de vacinação.

Diante de flagrante crime de Fake News, quero ver se a delegacia de crimes tecnológicos e contra as Fake News da Policia Civil vai abrir inquérito e pedir providências ao dr. Heyder.

Vale dá garantias as autoridades que o Pará não será o novo Brumadinho?

A Vale que provocou o desastre em Brumadinho é a mesma que opera mineração no Pará. Lá em Braumadinho eles diziam que estava tudo bem e que a mineração deles era segura. As autoridades ambientais e de segurança de barragens acreditaram e o resultado foi o destare que matou 272 pessoas e até hoje onze famílias não tiveram nem o direito de enterrar seus mortos, pois o corpo deles continuam desaparecido.

A Vale aqui no Pará afirma que não tem a menor possibilidade de acontecer o mesmo que aconteceu em Minas Gerais. As nossas autoridades acreditam e a nossa imprensa bate palmas.

E você, meu amigo e minha amiga, acredita na Vale?

Você acha que a mineração praticada pela Vale no Pará é segura e não vai acontecer desastres por aqui?

poste suas opinião nos comentários.

Hospital de Capanema se manifesta sobre insinuações do Diário do Pará no caso de vacinação fora da prioridade

Ilustre Zé Carlos,

A Associação Guiomar Jesus – Hospital Saúde Center, recebeu 100 (cem) doses da vacina para ser aplicado nos funcionários da saúde, de acordo com os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

São critérios rígidos, e mediante a prestação de contas com o Departamento de Vigilância em Saúde de cada dose aplicada em cada funcionário.

Esta empresa de saúde agradece as autoridades governamentais por ter destinado tais doses e pela confiança depositada a cada dia pelo trabalho que desempenha na região do caetés.

Esperamos que o Ministério Publico investigue, qual o hospital na região de Caetes, precisamente em
Capanema que estaria aferindo de forma incorreta o público alvo a ser vacinado, ou puna de forma servera os percurssores de FaKe News.

Atenciosamente,

Aldrei Panato
Diretora Jurídica

Leia a nota do Diário do Pará

Deputado Federal Nilson Pinto repudia insinuações do Diário do Pará e pede punição para quem furar fila da vacinação

Caro Zé Carlos,

Nem eu nem Lena fomos vacinados contra a Covid, em lugar nenhum. Estamos esperando nossa vez, de acordo com a ordem de prioridades traçada pelo ministério da saúde.

Recomendo ao Ministério Público e à Polícia Federal que investiguem com rigor a notícia e punam exemplarmente os eventuais culpados.

Se entre esses culpados estiverem políticos, que sejam presos e tornados inelegíveis. O combate à Covid é um assunto muito sério que precisa ser tratado com seriedade por todos.

Um grande abraço.

Nilson Pinto

Leia nota publicada no Reporte Dário:

Diário do Pará insinua que família de deputado federal furou fila da vacina em Capanema.

Lena Pinto, esposa do deputado federal Nilson Pinto, desmente que tenha furado fila e pede punição.

Leia a seguir a nota e o esclarecimento da Senhora Lena Pinto:

Sou pré candidata a deputada federal, venho de uma família tradicional de Bragança, e estive na região sozinha essa semana, minha filha não é casada com o deputado Jaques Neves , não estive em nenhum hospital de Capanema, não me vacinei, vou esperar a chamada da minha idade e toda a minha família, quero que o ministério público investigue e vá em cima dos fake news fajutas que publicam para denegrir a imagem de pessoas sérias. Tive covid19 eu e Nilson passamos 16 dias internados e sabemos da seriedade do problema é pra mim , se alguém burlar isso deveria ser preso.

Lena Pinto

Resta agora a providência do Ministério Público investigar, descobrir se a nota é verdadeira e punir o culpado. Seja o deputado federal e sua família ou o Jornal do Governador.

O Diário do Pará, por seu turno, um jornal ligado a família do Governador do Estado, tem obrigação de esclarecer a comunidade de quem estava falando e quais provas que tem para dar credibilidade ao que publicou ou admitir que espalha Fake News para atingir adversários.

Abundancia e escassez os termos dos próximos anos

Rafael Duckur, neste vídeo, analise os termos abundância, escassez, riqueza e pobreza; “Gostaria de dividir com vocês a minha compreensão desses termos que serão tão importantes nas discussões econômicas das próximas décadas. Desde que mudei pra roça alguns anos atrás a vida e a experiência direta com o planeta foram me ofertando novos insights sobre esses termos, e também sobre pobreza e riqueza. Assiste aí e compartilha sua visão comigo!”

#umavidamaisgentil

https://www.picuki.com/profile/rafael.duckur

O nosso mundo viverá nos próximos anos a experiência da abundância e da escassez. Os recurso naturais estão se esvaindo, ficando escassos, mas, por outro lado, nos sobra lixo em abundância. Plásticos estão por todos os lados. Esgotamos o que antes era abundante, mas nos sobra pobreza. Um mundo desequilibrado está se aproximando de nós.

Ainda dá para reverter, adotando o “limite do crescimento” ou levando a sério o “Acordo do Clima”?

Assista o vídeo e tente responder as dúvidas, propondo um futuro melhor. Tente.

A propaganda do Governo do Estado sobre vacina é mentirosa

A verdade é a verdade e não aceita questionamentos. A mentira, ao contrário, aceita debate. A mentira, por exemplo, pode ser encoberta por versões, preenchidas com gotas de verdades para confundir os desavisados. Um criminoso constrói sua história com versão que confunde os investigadores ou dificulta a descoberta da verdade. A verdade é simples. A mentira é complexa. A verdade brilha. A mentira ofusca.

Digo isto para questionar esta propaganda mentirosa do Governo do Estado do Pará. Veja a imagem e me acompanha na analise que faço a seguir.

A vacina é por todo o Pará, mas não é para toda população do Pará. A propaganda é mentirosa. Na frase de efeito está a pegadinha. Acompanhe comigo.

O Pará recebeu 173.240 doses, cada pessoa precisa tomar duas doses, nesta fase serão vacinadas 86.620 pessoas. A população do Pará, estimada, é de 8,074 milhões, com as doses disponíveis, apenas 1,07% da população receberá as duas doses. Apenas 34% dos profissionais de saúde serão vacinados. Usarão menos de 200 mil agulhas. Cada sala, das 1.500 abertas, aplicará 58 doses, se cada dose demorar um minuto para ser aplicada, as salas serão usadas apenas por sessenta minutos. A hastag #boravacinar, que fecha a peça publicitária, também é um apelo mentiroso, não pode se tornar realidade justamente por falta de vacina para todo o Pará.

A propaganda Vacina para todo Pará é simplesmente mentirosa e por ser mentirosa cabe questionamento, cabe debate, cabe versões. No debate vão defendê-la de muitas maneiras. Podem, por exemplo, dizer que a intenção foi espalhar esperança e fé na vacina. Podem dizer que o governo fez chegar a todos os municípios as doses de vacina disponível. Ainda podem dizer que até indígenas receberam as doses e que os profissionais de saúde que foram vacinados estão gratos. Mas estaremos ainda assim diante de uma propaganda mentirosa.

Comparo esta propaganda a celebre peça publicitária romana que inspira muitos governos até nos dias de hoje. Falo da ‘panis et circencis”, pão e circo. O trigo distribuído para plebe atendia apenas os que tinham cidadania romana, ou seja, menos de 0,5% da população e os circos tinham espaço limitado. Mas a ideia de pão e circo inspira até hoje, inclusive serviu para marca o movimento “Tropicália”, com a bela obra de Gilberto Gil e Caetano Veloso:

O Governo do Estado tem seus méritos, claro. Helder Barbalho, embora investigado pela PF no caso dos respiradores, mostra empenho no combate ao coronavírus, mas estas suas ações não justificam a propaganda mentirosa que visa ampliar em milhões fakes as poucas doses de vacinas recebidas para o uso emergencial.

O Imperador César se divorciou de sua esposa Pompeia, acusada sem prova de traição conjugal, afirmando: “minha esposa não deve estar nem sob suspeita”. Esta frase deu origem a um provérbio, cujo texto é geralmente o seguinte: “À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”.

A publicidade oficial está adstrita ao principio da moralidade e como a mulher de Cesar, não basta ser honesta, deve estar de acordo com a Constituição Federal, art. 37, § 1.º:

§ 1º A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.

Art. 37, § 1.º

Corpos de jovens executados são encontrados em ônibus abandonado em Capitão Poço.

Cenas fortes nas imagens a seguir mostram a crueldade das execuções.

Corpos de jovens, com as mãos amarradas e tiro na região da cabeça, são encontrados em ônibus abandonado, no município de Capitão Poço. A cena sugere forte execução em massa e se soma aos inúmeros crimes que vem sendo praticado, provavelmente por milicianos, na região.

Tudo começou com duas execuções, a de Madson Filintro e do ex-policial conhecido por “Navalhada, crime violento, com característica de crime político, uma vez que a vítima denunciava corrupção de desmando de figuras importantes da política local.

O inquérito do caso “Navalhada”, que tramita em segredo de justiça, provavelmente deve ter chegado aos suspeitos e todos esperam que estes sejam retirados de circulação o mais breve possível, para que este grupo de matadores sejam desarticulados, processados, julgados e punidos juntamente com os poderosos que pagam por estas execuções.

Os motivos são variados, crime político, execução a mando do tráfico e incômodos diversos. Mas os executores, pelo modus operandi, parecem ser os mesmos. As investigações podem chegar a esta conclusão.

A Justiça Paraenses precisa agir com rapidez em socorro a comunidade de Capitão Poço e do vizinho município de Ourém para que a paz volte a reinar naquelas comunidades.

Muita festa para poucas doses de vacinas não libera a população dos cuidados contra a COVID-19

Que bom que temos vacina, mas ainda em pequena quantidade, por isso não se pode relaxar no isolamento, uso de máscaras, distanciamento, uso de álcool em gel.

O Pará recebeu 173 mil doses da Coronavac, como cada pessoa vai precisar de duas doses, nesta primeira fase vão ser vacinados apenas 86,5 mil pessoas, profissionais de saúde. Nossa população paraense é de 8,6 milhões de paraenses. Na verdade, daqui a 35 dias, tipo março, vamos ter apenas 1% da população imunizada e 99% do povo ainda exposto a contaminação.

É preciso que se diga a verdade não para jogar água no chope da propaganda exagerada dos políticos, mas para que as pessoas não relaxem e se exponham por causa do exagero das comemorações com a chegada das primeiras doses da vacina.

O Instituto Butantam, para produzir mais vacinas e obter da Anvisa nova autorização, precisa dos insumos que ainda estão presos na alfandega do aeroporto da China, sem previsão de chegada ao Brasil.

Por tanto, que bom que as primeiras pessoas estão sendo vacinadas. Que bom que os profissionais de saúde estão sendo imunizados para cuidar das outras pessoas sem medo de se contaminar. Que bom que você seja corretamente informado e saiba que ainda tem que permanecer com todos os cuidados, evitando se contaminar antes de ser vacinado.

A vacinação ocorrerá por etapas e sua vez chegará, mas antes que seu braço seja perfurado e seu corpo produza anticorpos, não se exponha a contaminação.

O caos em Manaus exige união e solidariedade de todos os nortistas, tendo como alvo o vírus e a saúde pública

Os hospitais de Manaus estão abarrotados e muitas pessoas estão se tratando em casa. A maioria necessita de oxigênio. Os cilindros, quando chegam, duram poucas horas. As empresas que produzem oxigênio no Amazonas tem capacidade de produção de 27 mil metros cúbicos por dia. A demanda, neste momento, é de 70 mil metros cúbicos. Os profissionais de saúde estão esgotados. A infraestrutura é menor. Não tem leito suficiente. Muitos artistas e entidades da sociedade civil se mobilizam com compra de cilindros, álcool em gel e máscara. O número de infectados supera em muito a capacidade de atendimento da rede pública é alto e o nível de contaminação continua crescente. O Governo do Pará decretou o fechamento das embarcações procedentes do Amazonas, uma vez que o movimento entre estes dois estados é intenso. Na Região Oeste do Pará, a cada 15 dias, proveniente de Manaus, desembarcam nos municípios até 3 mil pessoas, despertando o temor que as pessoas do Pará vivem os transtornos que hoje vivem os nossos irmãos amazonense. A hora é de união e solidariedade.