Primeiro de Maio com uberização do trabalho e Covid-19, ninguém merece

O Dia do Trabalhador de 2020 será o mais triste de todos e não é só por causa do coronavírus.

Este ano foi marcante com o mais duro e triste para a classe trabalhadora brasileira

Foi o ano em que todos perderam direitos, perderam emprego e uma grande parcela acabou com uma mochila verde nas costas e uma bicicleta para se locomover, entregando alimentos, muitas vezes com fome.

Os servidores públicos e os aposentados ou aqueles que esperavam se aposentar foram responsabilizados pelo déficit primário e deles se retirou o sangue e a esperança para pagar esse conta que nem foram eles que fizeram.

Será o ano que os sindicatos e as centrais sindicais, não farão atos, nem festas e não é só porque está proibido as aglomerações. As entidades sindicas foram enfraquecidas e não puderam nem lutar em defesa dos trabalhadores.

Depois que a crise da COVID-19 aliviar, os verdadeiros brasileiros que honrar essa nação, tem obrigação de se unirem em torno de um projeto novo de país, voltado para gerar emprego bom, de qualidade, com direitos e salários dignos e sem a uberização do trabalho

Incluo entre os trabalhadores o trabalhador informal, o profissional liberal, o pequeno e o médio empreendedor, que pra mim são os meus heróis nacionais. Para eles, deixo aqui muitos vivas!!!

Em especial, quero, neste Dia Primeiro de Maio, dia do trabalhador, lembrar dos trabalhadores em saúde que estão segurando essa barra da pandemia na munheca, se arriscando para aliviar os efeitos do coronavírus e salvar muitas vidas.

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