As críticas mal intencionadas ditas pelos adversários políticos podem prejudicar a cidade.

Nas eleições dar-se ênfase as críticas severas aos políticos que está no cargo, pouco ao debate dos problemas da cidade e as propostas para solucioná-los. Isto porque quem avalia os prefeitos e os problemas da sua administração são os adversário.

Os prefeitos deveriam ser avaliados pelos cidadãos. Quem tem interesse que a cidade funcione bem, com todos os serviços públicos em perfeita ordem não são os adversários do prefeito. Estes estão interessados em galgar o cargo público em disputa eleitoral.

Quem mora em Belém não deixa de elogiar obras como a Praça Batista Campos, as mangueiras das principais avenidas, os Bulevares, o Mercado de São São Braz, o Bosque Rodrigues Alves, o planejamento do bairro do Marco, como suas ruas e quarteirões bem medidos. Tudo são obras da Administração de Antonio Lemos, um dos melhores prefeitos que já passou por esta terra. Mas aos olhos de seus adversários, Antonio Lemos não tinha este cartaz que hoje a atual geração reconhece nele.

A lógica dos adversários políticos é injusta e obedece um só padrão, resumido na frase folclórica: meus amigos não tem defeitos e meus adversários não possuem virtudes. 

Foi usando essa lógica, que os adversários de Antonio Lemos, insuflados por Lauro Sodré e seus aliados, atacaram o prefeito de forma brutal e vil: “Em 1912, Lemos teve sua residência e o jornal de sua propriedade, A Província do Pará, incendiado pela população e por seus inimigos políticos, tendo sido expulso da cidade após este ato” http://www.snh2013.anpuh.org/resources/anais/27/1371341559_ARQUIVO_Acidadeconcedida-ANPUH2Final.pdf

Zenaldo Coutinho, atual prefeito de Belém, trabalhou muito. Administrou em plena crise econômica, quando o município perdeu mais de um bilhão em receitas. Não se meteu em escândalos de corrupção. Buscou soluções para os mais diversos problemas da nossa comunidade. 

Vale destacar que o Prefeito Zenaldo foi gigante no combate ao coronavírus. Não abandonou ao povo no momento mais crucial, quando a população precisou enfrentar a pandemia. Deu conta do recado! 

Ao dizer isso, faço como provocação e sei que para muitos, serão estes parágrafos que irão dominar os comentários ao texto, torna-dos mais importante que o tema central do texto.

Mas é bom que se diga, o Prefeito atual de Belém não solucionou todos os problemas que uma cidade do porte de Belém apresenta. Nem era possível chegar a este resultado, uma vez que os recursos são sempre escassos para tanto que a Cidade exige e merece. 

Os entulhos jogados pelos moradores nas esquinas, levados por carregadores em seus carros de madeira, em todas as esquinas, dando a cidade um aspecto de sujeira, é uma dessas travancas sem uma boa e eficiente saída. 

Tem muitos outros entraves que, se resolvidos, facilitariam a vida da coletividade. São casos a espera de propostas eficazes. 

Se pedirmos para o Edmilson Rodrigues ou José Priante avaliar a administração de Zenaldo Coutinho, ouviremos uma repetição do que os lauristas diziam de Lemos, basta pegar uma noticia da época, publicada no jornal de oposição a Folha do Norte e onde estiver o nome de Antonio lemos, trocarmos por Zenaldo. Não trabalhou. Abandonou a cidade. Quer entregar a iluminação pública para seus aliados.

Lemos foi acusado de favorecer o engenheiro Francisco Bolonha, ao conceder a ele o direito de construir quiosque para funcionar como tabacaria e poder explorar as concessões por alguns anos. O povo, insuflado, quebrou os quiosque, sobrando apenas o Bar do Parque, que é uma joia da arquitetura urbana de Belém.

Os opositores e críticos de Zenaldo Coutinho, usarão como exemplo aquilo que ainda ainda não funciona em Belém e atribuirão a responsabilidade ao atual gestor, sempre carregando nas tintas para pintar o bicho ainda mais feio do que realmente é. 

O cidadão, justo como deve ser um bom cidadão, dirá, com justiça, que um prefeito não pode realizar tudo num só mandato e esperará que os candidatos a sucessão do atual gestor apresentem boas saídas e poucas críticas. 

Insistir em exagerar nos ataques para esconder sua incapacidade de apresentar propostas viáveis para melhorar a cidade é o que não se espera dos candidatos. Os eleitores, na urna, saberão julgar bem. 

Os candidatos devem deixar as criticas e a baixaria de lado para olhar  os desafios da cidade e ter coragem de apresentar soluções factíveis. Também seria bom que soubéssemos com que equipe pretendem governar.  Sim. O bom prefeito não é aquele que fala muito, gesticula como se desejasse incutir nos outros sua mensagem. Também não aquele que apresentasse como membro do poder familiar. 

Um prefeito não governa sozinho. Precisará de uma boa equipe de planejamento, outra de gestão, os que saberão arrecadar, engenheiros e técnicos de trânsito e transporte, pessoal para aplicar educação de qualidade, equipe da saúde… Sem equipe boa, nada feito. 

Antes de encerrar, indo para os finalmente, é bom que se registre que os detratores de Antonio Lemos, eram os seguidores de Lauro Sodré, que depois viraram apoiadores do General Magalhães Barata. Os baratistas foram apeados do poder em 1964, retornado apenas em 1983 na figura modernizada de Jader Barbalho, um jovem feito líder político pelo pai, Laércio Barbalho. Vendo assim, ficamos com a certeza que por aqui a história se repete.

Ser justo com as coisas boas do gestor e exigir que os postulantes ao cargo encarem os problemas sem solução é o que importa ao cidadão. O embate político nos ajuda a conhecer os concorrentes, mas não interessa para o futuro da cidade.

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