Ricardo Salles praticou crime para proteger madeireiros e liberar 200.000 m³ de madeira retiradas ilegalmente na Amazônia.

A POLÍCIA FEDERAL, por intermédio do Delegado de Polícia Federal, ALEXANDRE SILVA SARAIVA, apresentou ao STF, NOTÍCIA-CRIME, denunciando as interferências indevidas praticadas pelo Ministro do Meio Ambiente RICARDO DE AQUINO SALLES, pelo Senador TELMÁRIO MOTA e pelo Presidente do IBAMA EDUARDO BIN pela pratica, em tese, dos crimes previstos no Artigo 69 da Lei 9605/98, Art. 321 do Código Penal e Artigo 2º, § 1º da Lei 12.850/2013 no âmbito da Operação HANDROANTHUS, levado a cabo pela Superintendência Regional no Amazonas, responsável pela apreensão recorde de aproximadamente 200.000 m³ (duzentos mil metros cúbicos) de madeira em toras extraídas ilegalmente por organizações criminosas, valor estimado em R$ 129.176.101,60 (CENTO E VINTE E NOVE MILHÕES, CENTO E SETENTA E SEIS MIL, CENTO E UM REAIS E SESSENTA CENTAVOS).

Os integrantes do Poder Executivo, Ministro do Meio Ambiente RICARDO SALLES e o Parlamentar TELMÁRIO MOTA (PROS), no intento de causar obstáculos à investigação de crimes ambientais e de buscar patrocínio de interesses privados e ilegítimos perante a Administração Pública, para favorecer os criminosos e seus crimes ambientais.

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