Bolsonaro é amado por quem tem dinheiro e poder

Bolsonaro é odiado por muitos do povo e amado por quem tem dinheiro e se serve do poder. Isso explica que ele posso dizer coisa terríveis e agir impunemente em muitas ocasiões. Caso fosse odiado por quem tem dinheiro, já não estava mais na presidência da república, isto eu te garanto com base naquilo que prescreveu Maquiavel, no seu celebre “O Príncipe”.

Maquiavel dizia que um príncipe só é odiado quando mexe nos bens e nas mulheres de seus súditos.

As mulheres, hoje, são donas do seu nariz, adquiriram emancipação e agora lutam por igualdade, não sendo mais propriedade dos homens, ainda bem. Restam então os bens, obvio, adaptado as práticas comercias e as trocas econômicas modernas.

Quem mada na economia e quer seu bens a salvo nos dias de hoje são os bancos, os investidores, os que especulam nas bolsas e nos mercados. Para estes, o estado deve ser desregulamentado, mínimo, privatizado. Desejam a expansão sem fim de seus negócios, sem que se imponha barreiras legais.

Bolsonaro fala em cloroquina, aposta em imunidade de rebanho, ataca homossexuais, mulheres, índios, negros, mas segue fazendo o que o Ministros do Meio Ambiente declarou em reunião oficial, “passando a boiada”, liberando geral. Fazendo o trabalho sujo de excluir as poucas garantias e direitos conquistados pelo povo brasileiro e assim protegendo os bens de seus aliados, que morrem de amor por este príncipe tosco, saído dos quarteis milicianos do Rio de Janeiro.

Quem o ama tem força, tem poder, tem voto no parlamento e sua voz ecoa na mídia. Quem o odeia, padece da desorganização provocada pela ausência de consciência e de percepção da sua própria realidade.

As organizações que ajudavam a massa popular a entender o jogo de poder do príncipe e a perceber direito com um bem seu, uma conquista está enfraquecidas, perder a interlocução e não desenvolveram meios de se comunicar com seu público. O povo o odeia, mas este ódio enquanto energia contrária não é uma força organizada não conseguindo provocar medo no príncipe e nem na sua corte.

Bolsonaro não caíra e disputará a próxima eleição com amplas chances de estar em um provável segundo turno. Isto só não ocorrerá se os poderosos que o sustentam acharem que o trabalho sujo chegou ao fim, que estão com o futuro de seus negócios garantidos e podem seguir em frente escolhendo um príncipe mais educado e que exiba uma fantasia moderna para que o mundo enxergue o Brasil com outros olhos.

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