Everaldo Eguchi é alvo de operação da PF, sobre exploração ilegal de minério pertencente ao povo paraense

A Policia Federal, realizou, nesta quarta-feira (14), operação de busca e apreensão na casa de empresários e do delegado federal, candidato a prefeito de Belém pelo Patriota, Everaldo Eguchi, acusado de revelar informações sigilosas de operação da Polícia Federal beneficiando criminosos, acusados de explorar ilegalmente manganês, bem de propriedade da União, sem autorização, sem licença ambiental, sem recolher royalties e tributos, causando enorme prejuízos ao povo paraense.

Imagem G1

O manganês é muito utilizado em ligas de aço, na fabricação de pilhas e associados a vitaminas, cada pessoas precisa de 1 a 5 mg de manganês diariamente.

As reservas deste minério, no Brasil, estão localizadas em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Bahia e Pará. No Pará s maiores reservas pertencem a Vale, através das empresas RDM – Rio Doce Mineração e Mineração Buritirama.

Além do delegado Eguchi, em cuja residência foi encontrado uma grande quantidade de dinheiro em espécie, acondicionadas em uma valise vermelha, outros políticos estão envolvidos nesta exploração mineral ilegal e criminosa.

Imagem: G1 Pará

A PF, em operação anterior, prendeu Samir Chamon, irmão do deputado Chamonzinho, do MDB e aliado do governador Helder Barbalho, por exploração ilegal de minério em Curionópolis, município administrado pela prefeita Mariana Chamon, esposo do deputado.

Nas mais diversas operações contra exploração ilegal deste minério, no Pará, a PF apreendeu 300 mil toneladas de manganês, que a preço de hoje, R$550,00 a tonelada, custaria R$165 milhões, causando um prejuízo de R$4.9 milhões, apenas de CFEM sonegada, (alíquota do manganês é de 3%) que são os royalties da mineração.

A Assembleia Legislativa, com seus deputados interessados em mineração, ao ponto de estarem com uma CPI em pleno funcionamento, deve se manifestar e ampliar as investigações, que apenas foca na Vale, para apurar o roubo que o povo do Pará vem sofrendo com a exploração de ilegal de suas reservas minerais por parte de poderosas quadrilhas, protegidas por políticos e por pessoas influentes, inclusive em denominações religiosas que atuam nas áreas onde se localizam as reservas de manganês.

O silêncio dos deputados não fará bem as suas imagens de representantes do povo, que, por seu turno, não aceita continuar morando em um estado rico, que sempre enriquece apenas os poderosos e os maus políticos.

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