A propaganda do Governo do Estado sobre vacina é mentirosa

A verdade é a verdade e não aceita questionamentos. A mentira, ao contrário, aceita debate. A mentira, por exemplo, pode ser encoberta por versões, preenchidas com gotas de verdades para confundir os desavisados. Um criminoso constrói sua história com versão que confunde os investigadores ou dificulta a descoberta da verdade. A verdade é simples. A mentira é complexa. A verdade brilha. A mentira ofusca.

Digo isto para questionar esta propaganda mentirosa do Governo do Estado do Pará. Veja a imagem e me acompanha na analise que faço a seguir.

A vacina é por todo o Pará, mas não é para toda população do Pará. A propaganda é mentirosa. Na frase de efeito está a pegadinha. Acompanhe comigo.

O Pará recebeu 173.240 doses, cada pessoa precisa tomar duas doses, nesta fase serão vacinadas 86.620 pessoas. A população do Pará, estimada, é de 8,074 milhões, com as doses disponíveis, apenas 1,07% da população receberá as duas doses. Apenas 34% dos profissionais de saúde serão vacinados. Usarão menos de 200 mil agulhas. Cada sala, das 1.500 abertas, aplicará 58 doses, se cada dose demorar um minuto para ser aplicada, as salas serão usadas apenas por sessenta minutos. A hastag #boravacinar, que fecha a peça publicitária, também é um apelo mentiroso, não pode se tornar realidade justamente por falta de vacina para todo o Pará.

A propaganda Vacina para todo Pará é simplesmente mentirosa e por ser mentirosa cabe questionamento, cabe debate, cabe versões. No debate vão defendê-la de muitas maneiras. Podem, por exemplo, dizer que a intenção foi espalhar esperança e fé na vacina. Podem dizer que o governo fez chegar a todos os municípios as doses de vacina disponível. Ainda podem dizer que até indígenas receberam as doses e que os profissionais de saúde que foram vacinados estão gratos. Mas estaremos ainda assim diante de uma propaganda mentirosa.

Comparo esta propaganda a celebre peça publicitária romana que inspira muitos governos até nos dias de hoje. Falo da ‘panis et circencis”, pão e circo. O trigo distribuído para plebe atendia apenas os que tinham cidadania romana, ou seja, menos de 0,5% da população e os circos tinham espaço limitado. Mas a ideia de pão e circo inspira até hoje, inclusive serviu para marca o movimento “Tropicália”, com a bela obra de Gilberto Gil e Caetano Veloso:

O Governo do Estado tem seus méritos, claro. Helder Barbalho, embora investigado pela PF no caso dos respiradores, mostra empenho no combate ao coronavírus, mas estas suas ações não justificam a propaganda mentirosa que visa ampliar em milhões fakes as poucas doses de vacinas recebidas para o uso emergencial.

O Imperador César se divorciou de sua esposa Pompeia, acusada sem prova de traição conjugal, afirmando: “minha esposa não deve estar nem sob suspeita”. Esta frase deu origem a um provérbio, cujo texto é geralmente o seguinte: “À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”.

A publicidade oficial está adstrita ao principio da moralidade e como a mulher de Cesar, não basta ser honesta, deve estar de acordo com a Constituição Federal, art. 37, § 1.º:

§ 1º A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.

Art. 37, § 1.º

Corpos de jovens executados são encontrados em ônibus abandonado em Capitão Poço.

Cenas fortes nas imagens a seguir mostram a crueldade das execuções.

Corpos de jovens, com as mãos amarradas e tiro na região da cabeça, são encontrados em ônibus abandonado, no município de Capitão Poço. A cena sugere forte execução em massa e se soma aos inúmeros crimes que vem sendo praticado, provavelmente por milicianos, na região.

Tudo começou com duas execuções, a de Madson Filintro e do ex-policial conhecido por “Navalhada, crime violento, com característica de crime político, uma vez que a vítima denunciava corrupção de desmando de figuras importantes da política local.

O inquérito do caso “Navalhada”, que tramita em segredo de justiça, provavelmente deve ter chegado aos suspeitos e todos esperam que estes sejam retirados de circulação o mais breve possível, para que este grupo de matadores sejam desarticulados, processados, julgados e punidos juntamente com os poderosos que pagam por estas execuções.

Os motivos são variados, crime político, execução a mando do tráfico e incômodos diversos. Mas os executores, pelo modus operandi, parecem ser os mesmos. As investigações podem chegar a esta conclusão.

A Justiça Paraenses precisa agir com rapidez em socorro a comunidade de Capitão Poço e do vizinho município de Ourém para que a paz volte a reinar naquelas comunidades.

Muita festa para poucas doses de vacinas não libera a população dos cuidados contra a COVID-19

Que bom que temos vacina, mas ainda em pequena quantidade, por isso não se pode relaxar no isolamento, uso de máscaras, distanciamento, uso de álcool em gel.

O Pará recebeu 173 mil doses da Coronavac, como cada pessoa vai precisar de duas doses, nesta primeira fase vão ser vacinados apenas 86,5 mil pessoas, profissionais de saúde. Nossa população paraense é de 8,6 milhões de paraenses. Na verdade, daqui a 35 dias, tipo março, vamos ter apenas 1% da população imunizada e 99% do povo ainda exposto a contaminação.

É preciso que se diga a verdade não para jogar água no chope da propaganda exagerada dos políticos, mas para que as pessoas não relaxem e se exponham por causa do exagero das comemorações com a chegada das primeiras doses da vacina.

O Instituto Butantam, para produzir mais vacinas e obter da Anvisa nova autorização, precisa dos insumos que ainda estão presos na alfandega do aeroporto da China, sem previsão de chegada ao Brasil.

Por tanto, que bom que as primeiras pessoas estão sendo vacinadas. Que bom que os profissionais de saúde estão sendo imunizados para cuidar das outras pessoas sem medo de se contaminar. Que bom que você seja corretamente informado e saiba que ainda tem que permanecer com todos os cuidados, evitando se contaminar antes de ser vacinado.

A vacinação ocorrerá por etapas e sua vez chegará, mas antes que seu braço seja perfurado e seu corpo produza anticorpos, não se exponha a contaminação.

O caos em Manaus exige união e solidariedade de todos os nortistas, tendo como alvo o vírus e a saúde pública

Os hospitais de Manaus estão abarrotados e muitas pessoas estão se tratando em casa. A maioria necessita de oxigênio. Os cilindros, quando chegam, duram poucas horas. As empresas que produzem oxigênio no Amazonas tem capacidade de produção de 27 mil metros cúbicos por dia. A demanda, neste momento, é de 70 mil metros cúbicos. Os profissionais de saúde estão esgotados. A infraestrutura é menor. Não tem leito suficiente. Muitos artistas e entidades da sociedade civil se mobilizam com compra de cilindros, álcool em gel e máscara. O número de infectados supera em muito a capacidade de atendimento da rede pública é alto e o nível de contaminação continua crescente. O Governo do Pará decretou o fechamento das embarcações procedentes do Amazonas, uma vez que o movimento entre estes dois estados é intenso. Na Região Oeste do Pará, a cada 15 dias, proveniente de Manaus, desembarcam nos municípios até 3 mil pessoas, despertando o temor que as pessoas do Pará vivem os transtornos que hoje vivem os nossos irmãos amazonense. A hora é de união e solidariedade.

No estado democrático, vale o imperio da lei.

II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei;

Art. 5.º, da Constituição Federal do Brasil

A supremacia da lei sobre os governantes de plantão é o que garante ao cidadão a igualdade de tratamento, o não arbítrio e o combate o abuso de autoridades. Esta são as garantia fundamentais da democracia baseada no império da lei.

A lei que vale para o pobre, tem que valer para o rico. A lei que pune o preto, deve também punir o branco. É importante destacar que o Presidente da República, o Governador, os prefeitos não estão acima da lei e nem podem fazer aquilo que a lei não diz ou autoriza.

Tudo isso é bonito, mas nem sempre funciona de forma imparcial e equânime.

A questão é saber é quem faz, quem aplica as leis e com que propósito.

A lei sempre estará a disposição dos intérpretes. Intérpretes que estão sujeito a um certo grau de subjetividade.

As leis no Brasil são votadas pelos legisladores, indicados pelos partidos políticos e eleito pelo povo. O perfil dos legisladores brasileiros demonstram que somos legislados pela elite da nossa sociedade.

São homens, brancos, cristãos, com curso superior e burgueses, uma minoria que legisla para toda sociedade. Sociedade que apresenta composição diferente, diametralmente oposta, com maioria de mestiços e negros, de diferentes crenças, mais da metade de mulheres, com renda abaixo de um salário mínimo.

O defeito da nossa democracia está nas regras do jogo político que não são democráticas e nem participativas, induzindo a população a legitimar o poder de um minoria sobre a maioria, através do voto popular.

As leis nascem de cabeças que não representam o todo e na hora da aplicação, o juízes escalados para aplica-las, também tem perfil parecido com o dos legisladores.

O império da lei é fundamental em uma democracia, mas a democracia precisa ser praticada nos seus aspectos fundamentais, principalmente preservando o pluripartidarismo e criando regras eleitorais justas, com paridade de armas, onde os concorrentes tenham as mesmas ferramentas e o eleitor receba todas informações necessárias a formação de sua livre opinião e manifestação.

A lei deve ser para todos nunca para legitimar o bordão: aos amigos a lei e aos inimigos os rigores da lei.

O Covid-19 mata e a vacina é a única saída.

As vacinas que previne a infecção pelo coronavírus foram desenvolvidas e já estão sendo aplicadas em pessoas de mais de 50 país. Os dois Papas já tomaram. A Rainha Elizabeth tomou. Profissionais de saúde estão sendo vacinados.

A vacina é o que nos ajudará a passar por esta crise humanitária, que atinge com mais força as pessoas mais vulneráveis, dando tintas de realidade ao bordão popular que sabiamente ensina: a corda sempre arrebenta do lado mais fraco.

É por estes mais pobres que devemos nos mobilizar e nos vacinar, porém, e lamentavelmente, grupo minoritários, pessoas de má-fé, seguem nas redes sociais espalhando mentiras em torno da vacina.

Não satisfeitos em dizer que a vacina era comunista, que causava transformação física ou tinha efeito colaterais terríveis, desmentidos pela ciência, estes grupos agora apelam para o problema moral e ético. Através de fake news, espalham que as vacinas estão sendo produzidas a partir de fetos abortados.

A ciência, neste momento difícil, além de pesquisar medicamentos e desenvolver imunizantes, ganham o trabalho extra de explicar e desmentir os maldosos.

O Vaticano se viu obrigado a se pronunciar sobre o caso, comunicando que considera moralmente aceitável o uso de vacina para COVID-19. As células foram retiradas de fetos provenientes de abortos legais, nos anos de 1972 e 1985, dos rins e da retina, cultivada em laboratórios para produção de material usada em vacinas, dentre os quais os que protegem de catapora, rubéola e hepatite. Não são utilizados fetos na produção de vacinas, mas materiais derivados deles.

Para o Vaticano, usar estes materiais para produção de imunizantes, nem de longe constituiu legitimação da prática de aborto.

Nas últimas semanas, começou a ser compartilhada em redes sociais e aplicativos de mensagens uma suposta notícia, que mistura informações verdadeiras e afirmações imprecisas ou falsas, para denunciar que as vacinas em desenvolvimento para covid-19 “usam células de fetos abortados, segundo especialistas”.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-53533697

Governador ou Rei do Norte?

Na Faculdade de Direito os professores ensinam que o governante só pode fazer o que a lei manda.

Aprende também que todo governante só pode gastar o que for autorizado no sistema de planejamento, Plano Plurianual, Lei de Diretriz Orçamentária e Lei do Orçamento Anual, aprovado pelos representantes do povo.

De repente, na prática, você assiste a informação oficial que o governador recebeu um perfeito, que pediu obra, convênio, parceira, despesas que não estavam planejadas, mas que o governador resolve atender, ai você se pergunta: será que os meus professores de direito me ensinaram errado ou estamos diante de um estado de exceção?

Torcida do Paysandu, após a derrota, faz conta da classificação

O Clube do Remo venceu o clássico “Rei da Amazônia” e conquistou a classificação para série “B” do Campeonato Brasileiro. Remo e Paysandu, os dois times paraenses, estão na série “C”. Da série “C” terão acesso a outra série apenas dois concorrentes. O Remo conquistou uma vaga, a segunda vaga pode ser do Paysandu, mas depende de combinações de resultados e das vitórias necessárias para que isso ocorra.

Os torcedores do Papão, após a derrota, passaram o dia seguinte fazendo contas e levantando hipóteses, segundo as regras do campeonato, para ter certeza das chances de classificação do Clube.

Vendo a movimentação da torcida alviceleste, fiquei impressionado com a habilidade destes torcedores para interpretar as regras e fazer cálculos. Pessoas humildes e apaixonados que são, conhecem cada detalhe e sabem como contar os pontos, saldo de gol, mando de jogo, então pensei na hipótese deles usarem estas mesmas habilidades para entender as regras políticas eleitorais do nosso país e assim deixar de ser ludibriado pelas velhas raposas da política.

As regras eleitorais são complexas, mas nem tanto. Acho que até mais fáceis que as regras do “Brasileirão”. Ao avançar neste meu devaneio, logo parei e vi que não ia ser possível. Falta um elemento crucial nesta possibilidade, a paixão.

O torcedor paraense é apaixonado pelo futebol e o futebol lhe dá emoções, prazeres, tristezas, mas também muita adrenalina. A política paraense, ao contrário, só dá ao povo a decepção. Decepção é um sentimento que nos amolece, provoca morrinha, indignação e vontade de esquecer, de pular essa parte.

O eleitor nunca vai ser um torcedor enquanto a política não for uma atividade prazeirosa, com resultados, feitas por pessoas que em campo dão tudo de si para derrotar os adversários.

Os elementos para ganhar o coração das pessoas a política reune, mas os jogadores, todos com contratos milionários, são catimbeiros, não suam a camisa e dentro de campo não passam de uns pernas-de-pau.

Na política ganhar o jogo significa cumprir os objetivos da nossa Carta Constitucional, que no seu art. 3.º diz: “erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

Os adversários a ser enfrentado são a corrupção, a concentração de renda, a incompetência, a mentira, o jeitinho. Os times que o time da política tem que enfrentar são muitos e podem ser derrotados, basta jogar com amor a camisa e respeito a torcida, como fez o Clube do Remo no último Re X Pa.

“CAMINHOS DO ACARÍ” – Limpeza dos Rios.

Popularmente conhecido como limpador de Aquário o Acari vive no fundo dos Rios, alimentando-se do lodo, vegetais e restos orgânicos em geral.

Vestimos as vestes do Acari e Limpamos as margens dos nossos Rios.

Nasce🤰um movimento que é formado pela junção de várias forças, mas principalmente pelo AMOR 💞E pela GRATIDÃO, 🙏 que temos a nossa casa 🏡. Nossa querida Mãe Terra 🌎.

Quem não gosta de uma casa limpinha?

Nosso rios , nossas ruas, nossa casa… nossa morada 🌎

Nosso presente para Belém em seus #405anos

Sente no teu coração💞 e vem fazer parte desse movimento.

Juntos 🤝 somos fortes.

Aos que já fazem parte, nossa imensa Gratidão por vibrarem nessa mesma frequência 🙏🙏🙏 e chegarem juntos 🤝.

“Viva ao ar Livre”

Realização:

@Ozonekayakadventure

Patrocínio:

@marcelocmagalhaes

Apoio:

@samanthachaar

@ecosushilounge

@bemcafeinado

@amigosdebelem

@amazoniavaa

Cooperativa Filhos do Sol

Seu Tuta – O lateiro dos rios

Capitão Poço segue em escalada crescente de violência

Pessoas inocentes estão sendo mortas por execução, nos mesmos modos, da mesma forma, talvez com a mesma arma, por motivos diferentes, mas provavelmente pelos mesmos executores, (se as apurações forem eficientes), pode chegar a conclusão que estas execuções foram decididas e custeadas pelos mesmos mandantes.

A Polícia Civil segue no inquérito, que tramita em segredo de justiça, e já deve ter suspeito das mortes, que continua solto, aguardando, ansiosamente que, assim que os pedidos de providências chegarem a mesa da Juíza do Município, que ela se convença da necessidade de tirar os prováveis assassinos de circulação, garantido a segurança da população, a garantindo a colheita de provas e a integridade de testemunhas, afim de a justiça seja feita e a paz volte a reinar entre os maiores e melhores produtores de cítricos do Pará.

Aproveito para apelar as autoridades, principalmente ao Secretário de Segurança Pública e ao Poder Judiciário, que socorra Capitão Poço. Não deixe que a impunidade vença.

Reproduzo aqui a noticia do assassinato brutal da mais recente vítima publicada no Porta OuremNews.

Na manhã deste domingo (10), imagens e áudios circularam pela rede social informando que um corpo encontrava-se no perímetro da comunidade conhecida como Travessa Santa Luzia, Capitão Poço, próximo a uma fábrica de laranja do município.

As autoridades policiais ao tomarem conhecimento, confirmaram a informação, sendo que a vítima foi identificada pelo acunha de “Serra”, que segundo populares, era trabalhador de um conhecido lava jato da cidade, próximo ao residencial Goiânia.

Alguns moradores informaram para a policia, de terem ouvido ao menos uns cincos disparos, possivelmente de arma de fogo, as 5h da manhã deste domingo. 

Como em vários outros homicídios ocorridos anteriormente no município, a motivação da violência é totalmente desconhecida para a equipe policial.

Até o fechamento desta matéria, não tivemos qualquer outra informação relativa ao caso

Por: Paulo Bragança

http://www.ouremnews.com.br/2021/01/misterio-envolve-mais-um-homicidio-em.html?m=1