Três mentiras políticas que destroem a democracia

Mentiras Políticas: Assista, comente e compartilhe

Neste vídeo busquei abordar o cerne da narrativa da direita brasileira, que são as mentiras, com as quais alimentam o ódio e dividem a sociedade, colocando em risco a unidade nacional e a própria democracia.

As três mentiras são: A corrupção como problema central do país. A busca da prosperidade através da fé religiosa. A destruição da família como estratégia política das esquerdas.

A corrupção é sim um problema e deve ser combatida diuturnamente, mas longe de ser o nosso principal problema. O Brasil sofre de muitas mazelas por ter uma das piores distribuição de riquezas do Mundo, que gera a mais absurda concentração de rendas das Américas. Este sim o nosso mais grave e histórico problema.

Quase 60% de todos os brasileiro precisaram ser corrido com o auxilio emergencial, sendo que 30 milhões sequer tinha cadastro ou conta bancária. Hoje, no Brasil, cerca de 49 milhões de pessoas recebem até meio salário mínimo per capita e cerca de 54 milhões de brasileiros não possuem rendimento, esses são considerados pobres. Fonte: Brasil Escola.

Este quadro de desigualdade social não permite que pessoa usufruam do primeiro direito natural que tanto pregam os liberais, que é o direito a vida com dignidade. Sem acesso as bens matérias e até sem alimento, estes milhões de brasileiros não exercem cidadania ṕlena, distorcem a vontade soberana das urnas, são vítimas de violência urbana, da criminalização e do encarceramento.

Eleger a corrupção como principal problema é uma estratégia para fugir das mudanças profundas na distribuição equitativa de renda e proteger as grandes fortunas que financiam a estratégia de poder desses grupos políticos.

A busca da prosperidade através da fé religiosa é a principal pregação das igrejas neopentecostais. Induzem as pessoas a raciocinar que todas as mazelas de sua vida decorrer da fúria divina por não obedecerem as leis e as regras da igreja, dentre elas pagar o dizimo obrigatório, as contribuições voluntárias, frequentar as obrigações e obedecer os líderes religiosos.

Sem entrar em polêmica sobre a fé e a liberdade religiosa, no vídeo explico porque considero a teologia da prosperidade um grande mentira e chamo de uso político da fé alheia.

As esquerda, na terceira mentira, são acusadas de destruir a família por atentar contra os costumes que mantem em pé a família tradicional formada por um homem e uma mulher, além de prostituirem jovens, estimulando aborto, homossexualidade, as drogas e a ideologia de gênero.

O aborto, a homossexualidade e as drogas são reais e não foram inventados pela esquerda. A sociedade buscar entendê-los e para cada um deles buscar a forma mais correta de aborda-los. As esquerda sensíveis a esta pauta, a coloca na ordem do dia. Os conservadores, por seu turno, buscam negar ou criminaliza-los.

No caso da ideologia de gênero, trata-se de uma abordagem negativa do termo e surgiu no Brasil durante o debate de PNE – Plano Nacional de Educação, quando o Ministério da Educação propôs a introdução da educação sexual nas escola e houve uma reação de setores conservadores da sociedade, que passaram a cunhar um conceito negativo para o termo. Separei para vocês um artigo do Instituto Politze sobre o assunto: Ideologia de Gênero.

Assista o vídeo, comente e compartilhe. Vamos combater a desinformação e melhorar o debate no Brasil.

Olavo Dutra tem “problema de coluna”

O jornalista Olavo Dutra, que por muitos anos foi responsável por uma das principais colunas do Jornal O Liberal, o Repórter 70, lançou sua própria coluna, agora digital, após deixar aquele Jornal Impresso. A Coluna do Olavo Dutra é um sucesso. Olavo tem muitas fontes, de onde extraí boas informações que ganha o tempero do seu texto leve e ligeiramente picante.

Perguntei ao Dutra o porque desta iniciativa e obtive dele a seguinte resposta que compartilho por aqui.

A decisão de lançar a Coluna Olavo Dutra.com.br não foi, como muitos dizem e pensam, uma “revanche” contra quem quer que seja. Não.
Com mais de 40 anos de jornalismo e mais de 20 fazendo colunas – Primeira Coluna, Edwaldo Martins, Plano Geral, do Rubens Silva, e Aparte, do Ribamar Fonseca (A Província); Coluna Diário, Lana, Fernando Castro e Vera Castro (Diário do Pará); de novo Edwaldo Martins, Isaac Soares, Adenirson Lage e o R-70 (Liberal) acabei com calo no cérebro que teima em não me largar. Tenho “problema de coluna”.
Ao longo desse tempo acumulei fontes extraordinárias de informação em todos os setores possíveis e imagináveis, muitas em plena “vigência” até hoje, sem falar nas novas e promissoras fontes. Então, por mim e por elas – por elas e por mim -, nunca apenas por mim, sigo no batente fazendo o que sei fazer com prazer e dedicação, graças a elas.
Há um dado, porém, que não pode ser desprezado: a coluna, que tem o formato de coluna tradicional – não sei quem inventou -, traz, aos domingos, uma entrevista, o que lhe confere um diferencial que as pessoas me dizem gostar muito. Além do mais, tem sido “baixada” nas redes sociais a partir das 22 horas, diariamente, e a partir das 18 horas, às sextas-feiras, com edição válida para sábado e domingo – suposto dia de descanso. É bacana.
Porém, acima de tudo, a coluna trás muita informação, informação variada e que não se prende apenas aos fatos na capital. O interior também é Pará e precisa ser informado. Mais que isso, veicula fatos que os grandes jornais não publicam, não por incompetência, que os profissionais que neles atuam são reconhecidamente competentes, mas por limitações que os próprios veículos se impõem, para o bem ou para o mal da sociedade.
Certamente não está faltando papel nos jornais para publicar tanta informação, mas falta o papel dos jornais na publicação dessas informações. Como se diz, livre pensar é só pensar.

Os verdes brasileiros festejam a vitória de Joe Biden

O resultado das eleições americanas, com a vitória de Joe Biden, não foi uma vitória da esquerda contra a direito, foi muito mais que isso. Representou a afirmação dos princípios civilizatórios, dos valores democráticas e a volta da pauta importante de combate as mudanças climáticas.

Esperamos que os bons ventos que sopram por lá, soprem também por aqui pelo nosso país e possamos derrotar o império da idiotice, que deseja se fixar no Brasil, causando tanto mal as pessoas e aos recursos naturais.

Ouça o recado dos verdes, na voz de seu principal porta-voz, o presidente nacional, Luis Penna.

Governo brasileiro é conivente com a destruição da Amazônia

A Amazônia está sendo destruída pelo fogo e pelo desmatamento e as autoridades responsáveis por evitar a destruição deste valioso e importante patrimônio se queixam das declarações de personalidades internacionais e das ONGs, cobrando e denunciando o descaso.

Dizer que a intenção de quem cobra responsabilidade nos cuidados com a Floresta e o meio ambiente é interferir e prejudicar o Brasil não cola.

O agronegócio brasileiro que ganha dinheiro importando produtos agrícolas, sabe que o consumidor de carne de boi, frago, porco, aquele que interessado em comprar soja, milho, frutas brasileiras, não aceita que produtos sejam produzidos destruindo o meio ambiente.

Se o Brasil não quiser sofrer críticas, prejuizos nas exportações e nos preços dos seus produtos, precisa provar para o Mundo que está cuidando da Amazônia e do meio ambiente.

As pessoas de bom-senso sabem que se a Floresta Amazônica for destruída, perderemos a batalha contra o aquecimento global e as mudanças climáticas e se isso, que Deus nos livre, acontecer, colocará em risco o futuro de todos aqui no Planeta.

Então General Heleno, Carlos Bolsonaro e Presidente Jair Bolsonaro, parem de jogar com o futuro do nosso povo, do bioma amazônico e do meio ambiente. Suas palavras não vão mudar o que o Mundo pensa do Brasil até que façamos nossa parte.

Foto: National Geographic

O Brasil fecha as portas para o Acordo Mercosul/União Europeia e prejudica o Pará

O acordo comercial Mercosul e União Europeia poderia representar a salvação da Amazônia e, em especial, a saída da condição de pobreza e de desigualdade para milhões pessoas. O Pará seria o Estado da região à receber os maiores benefícios proveniente deste acordo comercial, envolvendo um mercado consumidor gigante, calculado em 700 milhões de pessoas.

Mas o acordo anunciando como uma grande vitória da Política Externa do Presidente Jair Bolsonaro, está prestes a ser inviabilizado e duas são as razões: a negação do desmatamento da Floresta Amazônica e a intenção do Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles de passar uma boiada durante a pandemia e afrouxar as regras de defesa ambientais.

Leia mais nesta reportagem da BBC Brasil: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-53470391

Vale ressaltar que mesmo sem o acordo nacional, o mercado europeu pode ser alcançado pelos produtores do Pará, bastando para isso que o Governo Estadual construa estratégias e um modelo de desenvolvimento compatível com as exigências dos consumidores daquele Continente.

A primeira providência é ambiental. Os Pará tem sido conivente com a devastação do meio ambiente e de sua imagem externa. Além de cruzar os braços para toda a destruição de garimpeiros e madeireiros criminosos, quando age provoca dúvidas nas suas intenções ambientais. Seja nas licenças, fiscalizações e até nas ações punitivas.

O caso mais emblemático e mais recente, foi o processo de acusação contra voluntários brigadistas e ONGs com apoio internacional, acusados injustamente de serem os responsáveis por colocar fogo na floresta, com prisões arbitrárias, cujo inquérito policial concluir por não concluir. O encerramento do inquérito não chegou a nenhuma conclusão, mas a imagem do Pará ficou manchada internacionalmente.

O Governo do Pará só tem olhos para mineração, soja e boi. Os produtos amazônico, desejo de consumo dos europeus, não recebem qualquer política de incentivo do estado.

Os nossos governantes contentam-se em receber os tributos de curto prazo para fazer obras duvidosas e eleitoreiras, para não dizer outros interesses.

Focar no mercado europeu e com eles manter relações comerciais e de outros interesses, elevaria o patamar economico e de desenvolvimento do Pará. Está opção é segura, representando o melhor caminho para um futuro sem pobreza.

AS FALAS DA PÓLIS: Rômulo Maiorana reformará e administrará o Mercado de São Brás por 30 anos

O imponente Mercado de São Brás será administrado por 30 anos pela Roma Incorporadora, empresa do jornalista Rômulo Maiorana Jr, que foi afastado do comando das Organizações Rômulo Maiorana – controladora do Jornal O Liberal e da TV Liberal, entre outras empresas da família  – e montou a Roma News e a Roma Incorporadora e Administradora de Imóveis LTDA, entre outras empresas.

O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB) e os sócios da Roma Incorporadora, assinaram o contrato para revitalização do Complexo Mercado de S
— Ler em diogenesbrandao.blogspot.com/2020/08/romulo-maiorana-reformara-e.html

Desmatamento e Corrupção, qual é o crime que mais lhe incomoda?

O Brasil se mobilizou contra a corrupção e exigiu das autoridades investigações, condenação e prisão dos corruptos. A corrupção foi considerada a desgraça do Brasil, responsável pela pobreza, pela miséria e pela ausência de serviços públicos essenciais.

O desmatamento é tão ou mais grave que a corrupção.

Primeiro porque a pessoa desmata áreas públicas que pertence a todos nós para retirar madeira e vendê-la, ficando com o produto da venda deste bem que público. É como se alguém resolvesse se apropriar de uma escola pública, expulsar os alunos e vendê-la a uma empresário privado para montar um escola e cobrar mensalidade.

Em segundo lugar, ao desmatar a área pública, o bandido destrói o habitat, a casa, o lar de várias e importantes espécies, que precisam daquelas árvores para viver e gerar vidas. O prejuízo ambiental é muito grave. As pessoas que adentram na floresta para desmatar, também se contaminam com vírus, alguns conhecidos, como a malária, outros ainda estranhos e muito perigosos por não ter remédio e nem vacina eficaz ou por provocar efeitos terríveis aos seres humanos. Sim, pois o bandido contaminado traz o vírus para o convívio humano, podendo desencadear um pandemia e nos colocar em perigo.

Por último, mas não derradeiro, em face dos efeitos desconhecidos e ainda não testados, o desmatamento compromete o equilíbrio do clima de todo o Planeta e o futuro das próximas gerações.

Os efeitos da corrupção são graves, mas o efeitos dos desmatamento são ainda muito pior. Mas a corrupção mobiliza mais porque as pessoas já entenderam que é uma prática criminosa inaceitável. Falta ter este mesmo sentimento em relação ao desmatamento e ao desmatador.

Garimpeiros invadem terras indígenas dos Mundurucus, com possível apoio de políticos

Não é possível acreditar que garimpeiros possam invadir a Terra Índigena Mundurucus, em Jacareacanga, no Pará, destruir a mata, contaminar rios e igarapés, levar vírus para contaminar a população, retirar ouro para contrabande-lo, sem ter apoio político e de autoridades, seja por ação ou por omissão.

Veja o que o garimpo está fazendo nas Terras Indígenas do Povo Mundurucus em Jacareacanga, aqui no Pará. Um absurdo, uma violência, um roubo, um atentado aos recursos naturais e ao povo do Pará.

O Governador Helder Barbalho, o Presidente Jair Bolsonaro, bem como os Senadores Paulo Rocha, Jader Barbalho e Zequinha Marinho e deputados federais, tem obrigação de agir e parar este absurdo, caso contrário vou entender que são, no mínimo, coniventes.

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/11/05/zequinha-marinho-apresenta-reivindicacoes-do-setor-de-mineracao

https://www.jesocarneiro.com.br/para/ministerio-da-defesa-proibe-fiscalizacao-do-ibama-contra-garimpo-ilegal-no-para.html

Não tem desculpas.

MORTE DE CLEIDE MORAES – Alvará de soltura para motorista e o que dizem as testemunhas

A juíza Edilene de Jesus Barros Soares, da Vara Criminal de Benevides, expediu nesta sexta-feira (31), o alvará de soltura do motorista Victor Hugo dos Reis Morais, de 25 anos, acusado de estar embriagado e ter provocado o acidente de trânsito que matou a cantora paraense Cleide Moraes, no último domingo, em Santa Bárbara, na estrada de Mosqueiro.
— Ler em ver-o-fato.com.br/morte-de-cleide-moraes-alvara-de-soltura-para-motorista-e-o-que-dizem-as-testemunhas/amp/

PF desmonta quadrilha de desmatadores em Altamira, Brasil Novo, Medicilândia e Uruará

O juiz federal substituto da 4ª Vara Gilson Vieira Filho determinou o afastamento de agentes públicos suspeitos de integrar uma organização criminosa formada por madeireiros, servidores públicos das secretarias municipais de Meio Ambiente, advogados e engenheiros florestais.

A ação da Polícia Federal, autorizada pela Justiça Federal, visou desmontar uma quadrilha de agentes públicos que davam cobertura ao desmatamento e a comercialização de madeira nos municípios de Altamira, Brasil Novo, Medicilândia e Uruará.

O policial rodoviário federal Valderson Vargens da Silva, o policial civil Sérgio Roberto Dias Caldeira e o policial militar Climi Cleber Pinheiro Soares foram afastados do emprego ou função pública.

Wesley Storch, secretário municipal de Meio Ambiente e Turismo de Altamira(SEMAT), Lúcio Francisco de Paula Costa, coordenador da Secretaria de Meio Ambiente da SEMAT de Altamira, Lucas Gomes de Alvarenga Shubert, assessor jurídico da SEMAT de Altamira, e Verbena Regina Sá Brito, assessora jurídica da SEMMA de Brasil Novo, também foram afastados de suas funções.

O sigilo da decisão que ordenou a operação foi levantado na tarde desta quarta-feira (29) pelo juiz federal da 4ª Vara, Antônio Carlos Campelo.