Belém: as portas para o futuro

No dia primeiro de janeiro, assume o novo prefeito de Belém e uma nova Câmara Municipal, metade dela renovada. O que esperar dessa nova administração? O que esperar do futuro dessa nossa Cidade de 405 anos a serem completados no dia 12 de janeiro de 2021, data em que a caravana de Francisco Caldeira Castelo Branco, aportou no Igarapé do Piri e deu início ao primeiro sítio urbano, a porta de entrada para conquista da Amazônia?

Belém já foi pensada para ser a sede de um vice-reinado de Portugal. Nessa época, Marquês de Pombal enviou os melhores engenheiros e profissionais da Europa para planejá-la e construí-la. As marcas desse tempo ainda estão por aqui em igrejas e palacetes.

O período lemista, quando a cidade de Belém viveu os tempos áureos da borracha, foi também os tempos áureos de planejamento urbano, principalmente da primeira légua patrimonial. Nessa época priorizou-se o saneamento públicos os lindos bosques urbanos e praças foram construídos, teatros, cinemas, ruas e bairros foram pensados e executados, transformando Belém na metrópole da Amazônia. Uma cidade com bulevares, chafarizes, arborização, parques e cultura.

Veio o tempo da ausência. Ausência de líderes políticos, ausência de administradores, ausência de planejadores. Ausência de um modelo de cidade e da definição do seu papel econômico.

Nesta fase adversa, com o poder centralizado em Brasília, a nova capital federal, e com a integração do Brasil interior, Belém se viu obrigada a virar de costas para as águas da Baía. Menosprezou-se o núcleo urbano histórico, as antigas estradas por onde mercadorias e notícias chegavam do mundo civilizado, percebendo que, além da sua primeira légua patrimonial, acontecia um fenômeno urbano sem controle e sem qualquer planejamento oficial.

Motivados pela Belém-Brasília, brasileiros de vários locais e paraenses de vários municípios se transferiram para a periferia da Cidade em busca de emprego, educação dos filhos, saúde, moradia e outros serviços ausentes nas suas antigas moradias.

Enquanto tudo isso acontecia, o Governo Militar chegava ao poder e decidia que o Pará receberia os projetos de expansão agrícola, mineral e de geração de energia, a partir de aproveitamento hidrelétrico.

As transformações urbanas e econômicas de Belém deixaram marcas. Aumentaram os problemas urbanos e declinou a importância econômica da Cidade. O impacto negativo se viu por todos os lados. A receita municipal tem minguado. Belém, do tempo em que Edmilson Rodrigues a administrou até hoje, perdeu 35% de sua arrecadação.

Passados todos estes anos sem rumo, chegou a hora de Belém buscar sua verdadeira vocação econômica. A esperança é de que o prefeito Edmilson acerte e profissionalize os caminhos que a Cidade acabou buscando espontaneamente.

Belém é uma cidade de comércio, serviços, lazer, turismo e gastronomia. Precisamos ser uma das melhores do país nestas áreas, sempre acrescentando o molho amazônico. A classe média dos municípios prósperos paraenses deve ser convidada a olhar Belém como destino de compras, de busca por serviços, lazer, gastronomia etc. Consolidando e se profissionalizando nestas áreas, seremos um destino turístico para o Brasil e para o exterior, um dos objetivo principais dessa nova economia sustentável, gerando felicidade e bem-estar aos cidadãos belenenses.

José Carlos Lima e José Carlos Lima Filho

Desmatamento da Amazônia e Mudanças Climáticas: a esperança é o Partido Verde.

Entre agosto de 2019 e julho de 2020, em plena pandemia, grileiros criminosos destruíram 11.088 km2 de floresta nativa da Amazônia. Retiraram madeiras nobres, valiosas, mataram milhões de micro-organismos e suprimiram a riquíssima biodiversidade, comprometendo o futuro de incontáveis espécies. Se não bastasse, causam incalculável prejuízo ao clima de todo o planeta, colocando em risco a meta do Brasil no Acordo de Paris.

O vice-presidente do Brasil admitiu os números do desmatamento. O ministro do Meio Ambiente, responsável pelo desmonte da proteção à floresta, sumiu e se omitiu diante dos números alarmantes. O governo é o grande culpado. Foi de sua responsabilidade a retirada de todas as proteções ambientais, facilitando a ação dos criminosos, quando permitiu que o transporte e a exportação de madeira fossem feitos apenas com a declaração dos interessados nesse negócio privado, ilegal, criminoso e milionário.

Os governos dos estados amazônicos cruzam os braços, colocam-se na situação cômoda de empurrar o problema para a esfera federal. O Centro de Monitoramento do Pará, montado e financiado com recurso do Fundo Amazônia, parece que virou enfeite, por nada produzir em favor da defesa da pobre floresta. O Pará foi o estado que mais desmatou nesse período.

As ONGs – que eram incentivadas por verbas federais, para ajudar na defesa desse importante bioma, e que prestavam enorme serviço em favor da floresta e das populações tradicionais – foram todas criminalizadas no início do governo do presidente Jair Bolsonaro como organizações comunistas a serviço de potências internacionais de esquerda, que tramam a internacionalização das riquezas brasileiras.

O futuro da humanidade está comprometido. Estamos perdendo para a ganância de alguns. Perdemos a liberdade de fazer coisas simples que nos são naturais. Quando os humanos invadiram as florestas africanas e foram contagiados por animais daquele bioma, ganhamos a Aids. Da Ásia nos veio o contágio mais recente do Coronavírus, que nos impede de nos abraçarmos, de estarmos juntos de quem amamos. Da Amazônia, nos virão quais ameaças? Mas estamos prontos a seguir nosso modo egoísta de viver, desconhecendo todos os avisos.

E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até o animal, até o réptil, e até a ave dos céus, porque me arrependo de os haver feito.

Gênesis

Antes que isso aconteça novamente, devemos mudar nossa modo de vida aqui na Terra e nos harmonizarmos com todas as outras espécies, construindo um modelo de uso sustentável dos recursos naturais, limitando o crescimento da economia a capacidade de regeneração da natureza, adotando modos compatíveis com a possibilidade de sua resiliência.

A pauta principal que devemos adotar é o combate às mudanças climáticas, cumprindo as regras do Acordo de Paris. Aliás, as metas para 2021 serão cobradas e, segundo o Observatório do Clima, o Brasil não cumprirá a sua parte. O governo do presidente Jair Bolsonaro desmontou todos os mecanismos de acompanhamento das metas e do controle do clima.

A esperança brasileira e mundial está depositada nos ombros dos dirigentes do Partido Verde brasileiro, único instrumento da política com sensibilidade e capaz de entender a urgência de lutar contra as mudanças climáticas e os danos irreparáveis causados pelo desmatamento da Floresta amazônica.

Três mentiras políticas que destroem a democracia

Mentiras Políticas: Assista, comente e compartilhe

Neste vídeo busquei abordar o cerne da narrativa da direita brasileira, que são as mentiras, com as quais alimentam o ódio e dividem a sociedade, colocando em risco a unidade nacional e a própria democracia.

As três mentiras são: A corrupção como problema central do país. A busca da prosperidade através da fé religiosa. A destruição da família como estratégia política das esquerdas.

A corrupção é sim um problema e deve ser combatida diuturnamente, mas longe de ser o nosso principal problema. O Brasil sofre de muitas mazelas por ter uma das piores distribuição de riquezas do Mundo, que gera a mais absurda concentração de rendas das Américas. Este sim o nosso mais grave e histórico problema.

Quase 60% de todos os brasileiro precisaram ser corrido com o auxilio emergencial, sendo que 30 milhões sequer tinha cadastro ou conta bancária. Hoje, no Brasil, cerca de 49 milhões de pessoas recebem até meio salário mínimo per capita e cerca de 54 milhões de brasileiros não possuem rendimento, esses são considerados pobres. Fonte: Brasil Escola.

Este quadro de desigualdade social não permite que pessoa usufruam do primeiro direito natural que tanto pregam os liberais, que é o direito a vida com dignidade. Sem acesso as bens matérias e até sem alimento, estes milhões de brasileiros não exercem cidadania ṕlena, distorcem a vontade soberana das urnas, são vítimas de violência urbana, da criminalização e do encarceramento.

Eleger a corrupção como principal problema é uma estratégia para fugir das mudanças profundas na distribuição equitativa de renda e proteger as grandes fortunas que financiam a estratégia de poder desses grupos políticos.

A busca da prosperidade através da fé religiosa é a principal pregação das igrejas neopentecostais. Induzem as pessoas a raciocinar que todas as mazelas de sua vida decorrer da fúria divina por não obedecerem as leis e as regras da igreja, dentre elas pagar o dizimo obrigatório, as contribuições voluntárias, frequentar as obrigações e obedecer os líderes religiosos.

Sem entrar em polêmica sobre a fé e a liberdade religiosa, no vídeo explico porque considero a teologia da prosperidade um grande mentira e chamo de uso político da fé alheia.

As esquerda, na terceira mentira, são acusadas de destruir a família por atentar contra os costumes que mantem em pé a família tradicional formada por um homem e uma mulher, além de prostituirem jovens, estimulando aborto, homossexualidade, as drogas e a ideologia de gênero.

O aborto, a homossexualidade e as drogas são reais e não foram inventados pela esquerda. A sociedade buscar entendê-los e para cada um deles buscar a forma mais correta de aborda-los. As esquerda sensíveis a esta pauta, a coloca na ordem do dia. Os conservadores, por seu turno, buscam negar ou criminaliza-los.

No caso da ideologia de gênero, trata-se de uma abordagem negativa do termo e surgiu no Brasil durante o debate de PNE – Plano Nacional de Educação, quando o Ministério da Educação propôs a introdução da educação sexual nas escola e houve uma reação de setores conservadores da sociedade, que passaram a cunhar um conceito negativo para o termo. Separei para vocês um artigo do Instituto Politze sobre o assunto: Ideologia de Gênero.

Assista o vídeo, comente e compartilhe. Vamos combater a desinformação e melhorar o debate no Brasil.

Olavo Dutra tem “problema de coluna”

O jornalista Olavo Dutra, que por muitos anos foi responsável por uma das principais colunas do Jornal O Liberal, o Repórter 70, lançou sua própria coluna, agora digital, após deixar aquele Jornal Impresso. A Coluna do Olavo Dutra é um sucesso. Olavo tem muitas fontes, de onde extraí boas informações que ganha o tempero do seu texto leve e ligeiramente picante.

Perguntei ao Dutra o porque desta iniciativa e obtive dele a seguinte resposta que compartilho por aqui.

A decisão de lançar a Coluna Olavo Dutra.com.br não foi, como muitos dizem e pensam, uma “revanche” contra quem quer que seja. Não.
Com mais de 40 anos de jornalismo e mais de 20 fazendo colunas – Primeira Coluna, Edwaldo Martins, Plano Geral, do Rubens Silva, e Aparte, do Ribamar Fonseca (A Província); Coluna Diário, Lana, Fernando Castro e Vera Castro (Diário do Pará); de novo Edwaldo Martins, Isaac Soares, Adenirson Lage e o R-70 (Liberal) acabei com calo no cérebro que teima em não me largar. Tenho “problema de coluna”.
Ao longo desse tempo acumulei fontes extraordinárias de informação em todos os setores possíveis e imagináveis, muitas em plena “vigência” até hoje, sem falar nas novas e promissoras fontes. Então, por mim e por elas – por elas e por mim -, nunca apenas por mim, sigo no batente fazendo o que sei fazer com prazer e dedicação, graças a elas.
Há um dado, porém, que não pode ser desprezado: a coluna, que tem o formato de coluna tradicional – não sei quem inventou -, traz, aos domingos, uma entrevista, o que lhe confere um diferencial que as pessoas me dizem gostar muito. Além do mais, tem sido “baixada” nas redes sociais a partir das 22 horas, diariamente, e a partir das 18 horas, às sextas-feiras, com edição válida para sábado e domingo – suposto dia de descanso. É bacana.
Porém, acima de tudo, a coluna trás muita informação, informação variada e que não se prende apenas aos fatos na capital. O interior também é Pará e precisa ser informado. Mais que isso, veicula fatos que os grandes jornais não publicam, não por incompetência, que os profissionais que neles atuam são reconhecidamente competentes, mas por limitações que os próprios veículos se impõem, para o bem ou para o mal da sociedade.
Certamente não está faltando papel nos jornais para publicar tanta informação, mas falta o papel dos jornais na publicação dessas informações. Como se diz, livre pensar é só pensar.

Os verdes brasileiros festejam a vitória de Joe Biden

O resultado das eleições americanas, com a vitória de Joe Biden, não foi uma vitória da esquerda contra a direito, foi muito mais que isso. Representou a afirmação dos princípios civilizatórios, dos valores democráticas e a volta da pauta importante de combate as mudanças climáticas.

Esperamos que os bons ventos que sopram por lá, soprem também por aqui pelo nosso país e possamos derrotar o império da idiotice, que deseja se fixar no Brasil, causando tanto mal as pessoas e aos recursos naturais.

Ouça o recado dos verdes, na voz de seu principal porta-voz, o presidente nacional, Luis Penna.

Governo brasileiro é conivente com a destruição da Amazônia

A Amazônia está sendo destruída pelo fogo e pelo desmatamento e as autoridades responsáveis por evitar a destruição deste valioso e importante patrimônio se queixam das declarações de personalidades internacionais e das ONGs, cobrando e denunciando o descaso.

Dizer que a intenção de quem cobra responsabilidade nos cuidados com a Floresta e o meio ambiente é interferir e prejudicar o Brasil não cola.

O agronegócio brasileiro que ganha dinheiro importando produtos agrícolas, sabe que o consumidor de carne de boi, frago, porco, aquele que interessado em comprar soja, milho, frutas brasileiras, não aceita que produtos sejam produzidos destruindo o meio ambiente.

Se o Brasil não quiser sofrer críticas, prejuizos nas exportações e nos preços dos seus produtos, precisa provar para o Mundo que está cuidando da Amazônia e do meio ambiente.

As pessoas de bom-senso sabem que se a Floresta Amazônica for destruída, perderemos a batalha contra o aquecimento global e as mudanças climáticas e se isso, que Deus nos livre, acontecer, colocará em risco o futuro de todos aqui no Planeta.

Então General Heleno, Carlos Bolsonaro e Presidente Jair Bolsonaro, parem de jogar com o futuro do nosso povo, do bioma amazônico e do meio ambiente. Suas palavras não vão mudar o que o Mundo pensa do Brasil até que façamos nossa parte.

Foto: National Geographic

O Brasil fecha as portas para o Acordo Mercosul/União Europeia e prejudica o Pará

O acordo comercial Mercosul e União Europeia poderia representar a salvação da Amazônia e, em especial, a saída da condição de pobreza e de desigualdade para milhões pessoas. O Pará seria o Estado da região à receber os maiores benefícios proveniente deste acordo comercial, envolvendo um mercado consumidor gigante, calculado em 700 milhões de pessoas.

Mas o acordo anunciando como uma grande vitória da Política Externa do Presidente Jair Bolsonaro, está prestes a ser inviabilizado e duas são as razões: a negação do desmatamento da Floresta Amazônica e a intenção do Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles de passar uma boiada durante a pandemia e afrouxar as regras de defesa ambientais.

Leia mais nesta reportagem da BBC Brasil: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-53470391

Vale ressaltar que mesmo sem o acordo nacional, o mercado europeu pode ser alcançado pelos produtores do Pará, bastando para isso que o Governo Estadual construa estratégias e um modelo de desenvolvimento compatível com as exigências dos consumidores daquele Continente.

A primeira providência é ambiental. Os Pará tem sido conivente com a devastação do meio ambiente e de sua imagem externa. Além de cruzar os braços para toda a destruição de garimpeiros e madeireiros criminosos, quando age provoca dúvidas nas suas intenções ambientais. Seja nas licenças, fiscalizações e até nas ações punitivas.

O caso mais emblemático e mais recente, foi o processo de acusação contra voluntários brigadistas e ONGs com apoio internacional, acusados injustamente de serem os responsáveis por colocar fogo na floresta, com prisões arbitrárias, cujo inquérito policial concluir por não concluir. O encerramento do inquérito não chegou a nenhuma conclusão, mas a imagem do Pará ficou manchada internacionalmente.

O Governo do Pará só tem olhos para mineração, soja e boi. Os produtos amazônico, desejo de consumo dos europeus, não recebem qualquer política de incentivo do estado.

Os nossos governantes contentam-se em receber os tributos de curto prazo para fazer obras duvidosas e eleitoreiras, para não dizer outros interesses.

Focar no mercado europeu e com eles manter relações comerciais e de outros interesses, elevaria o patamar economico e de desenvolvimento do Pará. Está opção é segura, representando o melhor caminho para um futuro sem pobreza.

AS FALAS DA PÓLIS: Rômulo Maiorana reformará e administrará o Mercado de São Brás por 30 anos

O imponente Mercado de São Brás será administrado por 30 anos pela Roma Incorporadora, empresa do jornalista Rômulo Maiorana Jr, que foi afastado do comando das Organizações Rômulo Maiorana – controladora do Jornal O Liberal e da TV Liberal, entre outras empresas da família  – e montou a Roma News e a Roma Incorporadora e Administradora de Imóveis LTDA, entre outras empresas.

O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB) e os sócios da Roma Incorporadora, assinaram o contrato para revitalização do Complexo Mercado de S
— Ler em diogenesbrandao.blogspot.com/2020/08/romulo-maiorana-reformara-e.html

Desmatamento e Corrupção, qual é o crime que mais lhe incomoda?

O Brasil se mobilizou contra a corrupção e exigiu das autoridades investigações, condenação e prisão dos corruptos. A corrupção foi considerada a desgraça do Brasil, responsável pela pobreza, pela miséria e pela ausência de serviços públicos essenciais.

O desmatamento é tão ou mais grave que a corrupção.

Primeiro porque a pessoa desmata áreas públicas que pertence a todos nós para retirar madeira e vendê-la, ficando com o produto da venda deste bem que público. É como se alguém resolvesse se apropriar de uma escola pública, expulsar os alunos e vendê-la a uma empresário privado para montar um escola e cobrar mensalidade.

Em segundo lugar, ao desmatar a área pública, o bandido destrói o habitat, a casa, o lar de várias e importantes espécies, que precisam daquelas árvores para viver e gerar vidas. O prejuízo ambiental é muito grave. As pessoas que adentram na floresta para desmatar, também se contaminam com vírus, alguns conhecidos, como a malária, outros ainda estranhos e muito perigosos por não ter remédio e nem vacina eficaz ou por provocar efeitos terríveis aos seres humanos. Sim, pois o bandido contaminado traz o vírus para o convívio humano, podendo desencadear um pandemia e nos colocar em perigo.

Por último, mas não derradeiro, em face dos efeitos desconhecidos e ainda não testados, o desmatamento compromete o equilíbrio do clima de todo o Planeta e o futuro das próximas gerações.

Os efeitos da corrupção são graves, mas o efeitos dos desmatamento são ainda muito pior. Mas a corrupção mobiliza mais porque as pessoas já entenderam que é uma prática criminosa inaceitável. Falta ter este mesmo sentimento em relação ao desmatamento e ao desmatador.

Garimpeiros invadem terras indígenas dos Mundurucus, com possível apoio de políticos

Não é possível acreditar que garimpeiros possam invadir a Terra Índigena Mundurucus, em Jacareacanga, no Pará, destruir a mata, contaminar rios e igarapés, levar vírus para contaminar a população, retirar ouro para contrabande-lo, sem ter apoio político e de autoridades, seja por ação ou por omissão.

Veja o que o garimpo está fazendo nas Terras Indígenas do Povo Mundurucus em Jacareacanga, aqui no Pará. Um absurdo, uma violência, um roubo, um atentado aos recursos naturais e ao povo do Pará.

O Governador Helder Barbalho, o Presidente Jair Bolsonaro, bem como os Senadores Paulo Rocha, Jader Barbalho e Zequinha Marinho e deputados federais, tem obrigação de agir e parar este absurdo, caso contrário vou entender que são, no mínimo, coniventes.

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/11/05/zequinha-marinho-apresenta-reivindicacoes-do-setor-de-mineracao

https://www.jesocarneiro.com.br/para/ministerio-da-defesa-proibe-fiscalizacao-do-ibama-contra-garimpo-ilegal-no-para.html

Não tem desculpas.