Apresentadora foi proibida de exibir matéria sobre torturas nos presídios do Pará

“Eu fui censurada. Como estava explicando para vocês, eu ia reestrear nessa emissora de televisão hoje. (…) Estava tudo certo. Programa pronto, matéria gravada. Editor se dedicou para fazer um bom programa para vocês, esse compromisso que nós temos com a verdade. Mas eu não imaginava que eu fosse esbarra com o que tem acontecido aqui no Estado do Pará. 
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Deus quer governantes com coração sábio e inteligente

Nesta nossa vida encontramos pessoas que se dizem tementes a Deus e seguem sua palavra. A Bíblia é exaltada até em praça pública.

Mas na prática percebe-se que não observam os menores ensinamentos e nem os exemplos que o Deus único nos ensina de maneira clara que nem interpretação se torna necessária para entender a mensagem.

No Livro 1Rs 3,5.7-12, que será lido em todas as Igrejas Católicas do Brasil, o Senhor aparece em sonho a Salomão e lhe disse: “Pede o que desejas, e eu te darei”.

Salomão poderia ter pedido longos anos de vida, riquezas, a morte dos seus inimigos, como fazem muitos dos nossos governantes de hoje em dia. Mas não o fez, ao contrário pediu a Deus: “Senhor meu Deus, tu fizeste reinar o teu servo em lugar de Davi, meu pai. Mas eu não passo de um adolescente, que não sabe ainda como governar. 8Além disso, teu servo está no meio do teu povo eleito, povo tão numeroso que não se pode contar ou calcular. 9Dá, pois, ao teu servo, um coração compreensivo, capaz de governar o teu povo e de discernir entre o bem e o mal. Do contrário, quem poderá governar este teu povo tão numeroso?”

O que Salomão queria era ter sabedoria para praticar a justiça. E Deus atendeu o pedido: “dou-te um coração sábio e inteligente, como nunca houve outro igual antes de ti nem haverá depois de ti”.

Os eleitores que escolhem e os eleitos que são escolhidos deveriam conhecer melhor os desejos de Deus lendo e seguindo a palavra. Um coração sábio e inteligente para governar e ser governado.

Espaço Aberto: Simão Jatene bate o martelo e anuncia que não será candidato a prefeito de Belém em novembro

O ex-governador Simão Jatene (PSDB) anunciou na última terça-feira (21), em reunião realizada no escritório do PSB, que não será candidato a prefeito de Belém nas eleições de novembro. O prefeito tucano Zenaldo Coutinho esteve presente ao encontro,
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Por que o Pará elege tantos políticos populistas e corruptos?

Em 7 de cada 10 lares paraenses alguém recebeu auxílio emergencial no Pará.

O que isso quer dizer?

Somos um estado rico com um povo pobre. Um povo que vive de favores governamentais, sem autonomia pessoal, sem orgulho de manter com dignidade sua família. Dependente e suscetível a ser enganado por políticos corruptos e populistas.

Por isso, insisto que o bom Governador e o político correto será aquele capaz de fazer um transformação econômica para gerar emprego e distribuir renda.

Esse negócio de asfalto pra cá, asfalto pra lá não muda a vida das famílias em nada, até porque o asfalto é caro, retira dinheiro público de outras áreas importantes, enriquece poucos, permite corruptos desviarem recursos públicos e de tão mal feito, dura só até o próximo inverno ou a próxima eleição.

Ursula Vidal se colocou fora do jogo político e não foi agora.

Em qualquer situação, a verdade é sempre preferível, mas para alguns políticos essa regra parece não fazer sentido.

Uma pena!

A Secretária de Cultura Ursula Vidal publicou uma justificativa, repetida em nota no RD, que só não é infantil porque não corresponde a verdade, para dizer o que todos já sabiam, que ela não é candidata. Não é candidata porque não pode ser politica e nem legalmente.

Ursula não tem apoio político para se viabilizar como candidata. Não é a candidata do Governador Helder Barbalho, que tem outros compromissos. Não consegui ser a candidata do PT, que joga o jogo do MDB E sua imagem de novidade foi manchada pelas suas decisões pessoais equivocadas. Sem apoio político sua possibilidade eleitoral, que já era bem pequena, murchou

O segundo motivo, perdeu o prazo de desincompatibilização. O processo eleitoral exigia dela uma decisão que implicava em sair do governo em junho e correr o risco de concorrer sem a máquina e sem apoio político do seus atuais aliados, decisão que ela postergou por erro de interpretação jurídico.

Ursula Vidal se colocou fora do jogo e não foi agora.

Tudo começou quando Ursula se filiou, foi acolhida, apareceu no cenário e abandonou o seu primeiro partido, o PPS. Seguiu para uma nova legenda, o REDE Sustentabilidade, que logo trocou pelo PSOL, partido que a acolheu de braços abertos, mas deixou pra trás o esforço dos militantes daquela agremiação, para se juntar ao velho MDB de Jader Barbalho.

Ursula, foi mais uma promessa que ficou pra trás, engolida pela velha política, pela crença de que se pode viabilizar uma alternativa nova com velhas alianças e sem projeto político coletivo. Não há futuro nos velhos métodos, incluindo negar os fatos.

O Diário do Pará e a desinformação com objetivos políticos

A manchete é escandalosa, mentirosa e política, política no pior sentido, alias nem gosto de dizer que isso é política, coitada da política que vem levando a culpa da falta de ética. Alguns podem chamar isso de noticia falsa, mas o termo correto a ser empregado neste caso é desinformação, desinformação deliberada e com objetivo político (lá vai o político pagando o pato) que beira ao cometimento de crime contra a honra, disfarçado de noticia séria.

A manchete é desmentida logo no primeiro paragrafo do subtítulo “Investigação da Polícia Federal aponta que entre os anos de 2010 e 2019…”. Ora, se foi entre 2010 e 2019, pegou o último ano do Governo Ana Júlia, que era PT e hoje está no PCdoB, dois partido aliados do atual Governador e de seu grupo político, que controlam as manchetes e o próprio jornal.

A manchete também desinforma ao usar o substantivo masculino “Governo” acrescido do titular do mandato da época, Jatene, adversário político dos proprietários do jornal, para tentar ligá-lo à corrupção investigada pela Policia Federal, envolvendo duas prefeituras do Sul do Pará, Conceição do Araguaia e Santa Maria das Barreiras, como se o desvio de verba pública municipais, estaduais e federais, cometidos por algumas pessoas mal-intencionadas, fosse um ato deliberado ou uma plataforma de um governo. Não foi do Governo Ana Júlia e nem do Governo Simão Jatene, titulares dos mandatos entre 2010 e 2019.

A noticia, ilustrada pela manchete feita para desinformar, baseia-se numa nota distribuída pela Polícia Federal, sem qualquer apuração jornalística, de uma operação que visou servidores públicos e empresários. A PF, em nenhum momento faz qualquer menção ao Governador Simão Jatene ou a Governadora Ana Júlia e nem dá maiores detalhes.

Do ponto de vista jornalístico, o corpo da matéria, poderia apenas informar que houve a operação e publicar a nota da PF, mas se tinha documentos checados e fontes seguras, poderia, ao menos, divulgar os nomes alvos da operação, mas nem isso o jornal se deu o trabalho jornalístico de fazer.

O uso da manchete com o a menção ao nome do ex-governador tem apenas o propósito da desinformação como arma política. Visa fisgar o cidadão que passa nas diversas banquinhas espalhadas pelas áreas movimentadas da cidade e olha, por cima da máscara, o título graúdo, chamativo, enquanto espera o ônibus em uma parada lotada e segue nas intermináveis da massacrante viagem, digitando nos grupos de WhatsApp da família: “tu viste que a PF está investigando o Governo Jatene?” A fofoca então se espalhará e cumprirá o objetivo maldoso, criminoso de confundir as pessoas.

Até quando nós os paraenses vamos nos permitir viver nesta terra de mentiras, que encobrem mal-feitos gerais, de grupos políticos aboletados no poder, que não nos permitem avançar em projetos e ações eficazes para tirar o Pará deste estado de miséria?

O Pará, por ser pobre, é o nono estado impactado pelo Auxilio Emergencial

Os municípios do Pará estão entre os maiores beneficiários do auxilio emergencial, dizia o texto do jornalista Thiago Vilarins, publicado no Jornal O Liberal deste domingo, noticiando uma pesquisa liderada pelo economista Écio Costa da Universidade Federal de Pernambuco e por Marcelo Freire, da Secretário de Desenvolvimento Econômico daquele mesmo Estado.

E realmente os números apontam nesta direção, mas numa leitura mais acurada revelam outros fatos.

O Pará terá a receber R$9.883.983.000,00, quando for pago as sete parcelas previstas pelo programa de Renda Básica. O impacto na economia dos municípios será muito forte. 30% dos municípios paraenses terão ganho de 5% no PIB. Em Santarém Novo o impacto será de 27,22% e em Terra Alta, 24,30%. O nosso Estado é o 9.º que mais vai receber recurso do programa.

Os primeiro números da pesquisa sobre o Auxilio Emergencial suscitaram em mim um turbilhão de indagações e certeza.

As universidades ou instituições paraenses estão preocupadas em estudar e entender este fenômeno? A SEDEME – Secretaria de Desenvolvimento Econômico Turismo e Mineração do Pará está atenta ao reflexo deste programa? O que irá acontecer com as pessoas depois que cessar o pagamento deste auxilio emergencial? Será que a economia reagirá, gerando emprego para ocupar esta mão de obra?

Já deves estar dizendo: falou das indagações e ainda não citou a certeza.

Pois bem, o Auxilio Emergencial revelou a nossa condição de um estado rico com um povo absurdamente pobre, pois para receber o auxilio a pessoas deve preencher as seguintes condições, segundo o que está na Lei e no site da Caixa Econômica Federal.

As pessoas que se inscreveram e receberam o auxilio no Pará e estão nestas condições listadas pela Lei, somam 2,7 milhões de paraenses. Isto significa que 33,4% da nossa população adulta, tem renda abaixo de meio salário mínimo e depende de programas sociais.

Dos inscritos, 80% são pessoas que já recebem bolsa família ou são beneficiárias dos programas federais. Apenas 20% receberam acessando o aplicativo da Caixa.

Os dois municípios com maior impacto no PIB, Santarém Novo e Terra Alta são espelhos da fragilidade econômica detectada pela pesquisa da UFPE.

Santarém Novo tem uma população de 6.141 habitantes e um taxa de ocupação de 4,6%. Terra Alta, por seu turno, não fica atrás, com 10.262 habitantes, tem uma taxa de ocupação de 5,4%.

Pergunto a você: e o Pará não é exportador de boi, de soja e minério? Não somos um estado rico em biodiversidade, em geração de energia?

Somos, claro! Sei que você sabe que somos muitos ricos.

O Pará é o maior produtor de energia do Brasil. O Estado com maior investimento em exploração mineral e uma potencia em produção de soja e carne.

Mas essa riqueza toda é concentrada nas mãos de poucos empresas e pessoas, gerando um baixo nível de distribuição de renda e emprego.

Os tributos gerados pela venda de todos estes produtos não faz do Pará um estado arrecadador?

Claro que sim. Mas o modelo de administração pública praticado aqui é perdulário e ineficiente.

Gastasse muito em atividade meio, sem contar com o ralo da corrupção e dos altos salários para castas de servidores públicos.

Diante desta triste realidade, a pergunta obvia é, o que fazer?

Juro que não sei!

Até sei, mas o caminho para mudar essa realidade é longo e depende muito de uma sociedade forte, informada, dona de uma utopia e disposta a lutar pelo seu futuro.

Um primeiro passo seria a vontade de querer deixar de ser enganada por discursos vazios, populistas e oportunistas.

Melhorar o baixo nível dos vereadores e prefeitos de algumas cidades paraenses, que administram apenas de olho no cofre público, no benefício de seus próximos e nas próximas eleições.

A elite local que nos domina e empresta apoio a pior classe política do país parece muito com os antigos colonizadores e exploradores de produtos da florestas. Eles mandava colher, vendiam e iam gastar na Europa. Na volta, suas damas olhavam com desdém para a mulatas e caboclos de pele marcada pelo trabalho duro de sol a sol, pela coleta da borracha, do corte da madeira, do plantio, do roçado ou da lavagem de roupas em tinas enormes cheias de linhos importados, para alimentar os faustos de seus amos.

Tenho esperança, claro que sim. Mas não agora, neste tempo atual, com essa gente de visão curta que nos governa. Num futuro próximo sim. Num tempo em que ao ler os dados de uma pesquisa tão chocante, as pessoas tenha atitudes. Hoje, sei que nem leram e os que leram acharam tudo muito normal.

MP pede afastamento do secretário de Saúde, Alberto Beltrame, por improbidade administrativa – Portal Roma News

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) pediu o afastamento do atual secretário de Saúde do Estado, Alberto Beltrame, por improbidade administrativa. Na Ação Civil Pública (ACP) ajuizada contra o secretário, o MP aponta provas de um superfaturamento em uma compra, com dispensa de licitação, de R$ 2 milhões em garrafas pet vazias na empresa Marcoplas Comércio de Móveis LTDA, localizada em Ananindeua. A informação foi compartilhada em primeira mão pelo influencer David Mafra
— Ler em www.romanews.com.br/

Obra do Mangueirão, diante das mortes da COVID-19, não é prioridade.

Governo do Estado anunciou obras no Mangueirão que custarão R$ 155 milhões. O anuncio foi feito em reunião com os clubes na Federação Paraense de Futebol. O Governo, na mesma ocasião, informou que o estádio passou recentemente por reformas e se encontra em perfeito estado para receber torcedores e clubes.

Ao tomar conhecimento desta informação não foi possível segurar a reação de espanto. Após o susto inicial, veio a certeza que estamos diante de um governo sem projetos, sem planejamento, sem prioridades e com interesses diferente das necessidades da população.

O futebol é uma paixão nacional e disso ninguém tem dúvida. Mas estamos em uma pandemia, com muitos infectados, muitas mortes, economia abalada e desemprego. Diante de um quadro assim é o caso de se perguntar, qual as primeiras prioridades de qualquer governante?

O bom senso responderia, sem pestanejar: vida, renda e emprego, seriam as respostas mais acertadas, independente de ser situação ou oposição.

O Estádio Edgar Proença está bem, pronto para funcionar, tem capacidade para 35 mil lugares. O futebol paraense não está no melhor do seus mundos. Os jogos vão ser retomados aos poucos. Neste primeiro momento sem torcida. Então, diante deste quadro óbvio, por que eleger a reforma e ampliação deste espaço público como prioridade?

Deve ter outras explicações, pensadas, talvez, por quem tem outros horizontes além dos interesses do povo paraense.

Estes R$ 155 milhões aplicadas em agricultura familiar, em empreendedorismo, em tecnologia para melhorar o plantio de mandioca, punha, açaí, cupuaçu, cacau ou quem sabe em primeiro emprego para jovens, a meu ver, seriam muito mais efetivos.

Se um parte deste valor fosse transferido aos municípios que não tem leito de UTI ou para respiradores, bom, respiradores apaga, é melhor não falar de corda na casa de enforcado.

O Governo do Estado poderia aplicar este dinheiro na Cosanpa e melhorar a situação da empresa, evitando sua privatização, que será inevitável frente as exigências do novo marco legal do saneamento aprovado pelo Sanado Federal e que segui para sanção presidencial.

Espero, sinceramente, mas sem muita esperança, que os clubes paraenses, em respeito a sua torcida, alguns mortos pela COVID-19, outros que perderam empregos ou empresas, percebam, que é melhor que seus apaixonados fieis tenham renda para pagar ingresso, do que ver um belo estádio vazio, sabendo que esta obra pode ter enchido apenas poucos bolsos.

AS FALAS DA PÓLIS: Equipamentos de jornalistas perseguidos por Helder Barbalho são devolvidos

A devolução dos bens foi ordenada pela delegada Quésia Pereira Cabral Doréa, que preside o inquérito aberto desde 2019 e que agora entendeu não serem mais imprescindíveis à continuidade das investigações. A defesa comemora o resultado, mas busca a nulidade das investigações, pois considera que estas foram ilegais e desnecessárias, afinal não há Fake News e nem calúnia e difamação nas matérias que levantaram informações, através de um sério trabalho de jornalismo investigativo, hoje referendado pela justiça estadual, federal e que algumas inclusive nutriram a operação da Polícia Federal nos gabinetes do governo do Pará e na casa do governador Helder Barbalho, assim como seus secretários e assessores, onde foram encontrados alta quantia de dinheiro, ainda não justificados, como os R$750.000,00 reais dentro de uma térmica (cooler). 
— Ler em diogenesbrandao.blogspot.com/2020/06/equipamentos-de-jornalistas-perseguidos.html