O Pará é o segundo estado com o maior número de população em estado de vulnerabilidade social

O Pará vende seus recursos naturais a preço de banana e tem uma economia frágil, geradora de pobreza, desigualdade e uma enorme concentração de riqueza nas mãos de poucos. A resposta oficial tem sido decepcionante, socorrem os miseráveis com esmola sem intervir na causa principal.

O texto a seguir, produzido pelo colega ambientalistas Luis Estorgio, é o retrato deste quadro terrível que as pessoas de bem, setores da imprensa, das instituições e da academia, teimam em fechar os olhos para não ver e fingir que a vida e o destino nos reservou apenas este papel na história da humanidade.

O que adianta ser um Estado rico, se somos o segundo Estado com o maior número de municípios com população acima de 80 mil habitantes com alta vulnerabilidade social.

A seguir os 13 municípios paraenses que constam no documento da FNP. Acrescentei a posição do IDH-M de cada um deles.

  1. Bragança, conhecida como polo pesqueiro da região norte, figura na 3ª colocação geral. Posição no IDH-M/Pará: 40º;
  2. Ananindeua, segunda cidade mais populosa, figura na 8ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 40º;
  3. São Félix do Xingu, tem o maior rebanho bovino do país, figura na 9ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 57º;
  4. Tailândia, maior produtora de dendê do Estado (que é responsável por 90% da produção do país), figura na 11ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 66º;
  5. Abaetetuba, que tem uma economia baseada na piscicultura, na agricultura e na prestação de serviços, figura na 19ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 28º;
  6. Cametá, que é conhecida como o melhor carnaval do norte, figura na 21ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 79º;
  7. Moju, igualmente conhecida como grande produtora de dendê, figura na 30ª posição. Posição no IDH-M/Pará: 107º;
  8. Breves, no Marajó, figura na 40ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 131º;
  9. Castanhal, conhecida como “Cidade Modelo”, figura na 61ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 8º;
  10. Marituba, na Região Metropolitana de Belém, figura na 74ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 5º;
  11. Santarém, conhecida internacionalmente por ser o “Caribe brasileiro”, figura na 76ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 4º;
  12. Belém, a capital do Estado, está na 80ª colocação. Posição no IDH-M/Pará: 1º;
  13. Redenção, considerada a “capital do agronegócio” do sul do Pará, está na 98ª posição. Posição no IDH-M/Pará: 9º.

Eu apoio Dom Alberto Taveira

Eu apoio Dom Alberto, creio na Igreja Católica, nas autoridade eclesiástica e na Justiça Divina e sei que o processo será justo.

Algumas poucas pessoas, com os seus dedos de acusador, dizendo que Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira, praticou atos violentos, humilhantes e abusivos, pedem seu afastamento do cargo, antes de qualquer apuração, exercício do direito de defesa, fazendo juízo de acusação antes de qualquer apuração e direito de defesa.

O Arcebispo não é cargo, é um ônus permanente, ninguém escolhe ou deseja ser Arcebispo, a indicação é unilateral, quem pede o afastamento do cargo não conhece e não respeita a religião católica. E saibam que tem muitas forças interessadas em atacar os católicos e não é de hoje.

No mais, as autoridades eclesiásticas da Igreja Católica, religião instituída por Jesus Cristo, são inflexíveis com mal-feitos e apuraram tudo com rigor, inspiradas pelo Espírito Santo, não se importando com status terreno, temente apenas a autoridade de Deus.

Creio na IgrejaCatólica, una, santa e apostólica.

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Meu amigo e minha amiga. Faço política defendendo as bandeiras ambientais do PV. Não tenho dinheiro. Não tenho jornal. Não tenho canal de TV. Não sou amigo dos poderosos.

Para que as ideias de justiça e sustentabilidade que defendo ecoem, preciso que você divulgue o meu canal no YouTube para que chegue a dez mil inscritos. Me ajude.

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Eleições das mesas das câmaras municipais precisam ser transparentes e sem mutretas.

Quem controla a câmara municipal manda na cidade, junto ou contra o prefeito, para o bem ou para o mal dos cidadãos.

Depois de tomar posse, os novos vereadores partem para escolher os membros da mesa diretora e das comissões de trabalho das câmaras municipais.

O cargo de presidente da mesa e o de presidente da comissão de justiça são os mais importantes nas câmaras, por isso disputados, as vezes, com golpes cinematográficos.

O Prefeito é o chefe do poder executivo e seu mandato deve ser fiscalizado e controlado pela câmara dos vereadores em nome da população.

Para o prefeito, controlar a câmara, elegendo aliados para os postos chaves, significa anular os olhos da população sobre os gastos públicos, sobre as prioridades e sobre a eficiência dos serviços públicos.

Também, por outro lado, ter inimigos na condução do legislativo, faz o prefeito ficar travado na execução do seu plano de governo. Restando-lhe duas opções, quando isso acontece: enfrentar e correr risco ou ceder a chantagens de vereadores corruptos.

Nem uma coisa, nem outra.

O bom é que o poder legislativo tenha autonomia e uma relação harmônica, de respeito as leis e a vontade do povo, deixando o prefeito trabalhar, fiscalizando seus atos com responsabilidade.

O povo, infelizmente, não tomará conhecimento dos bastidores destas disputas. Desconfiam que vai ocorrer muita mutreta, negociata, toma lá, dá cá, tudo as escondidas e sem a transparência que uma boa democracia necessita.

Falta ao nosso povo o exercício de cidadania. Devem exigir que os vereadores, representante político, preste contas dos seus atos e deixem claro como estas negociações estão sendo feitas.

Como um imbecil governa uma nação?

Como um vírus microscópico saiu da China e se espalhou pelo Mundo?

Só pode ser coisa planejada por um governo do mal para dominar o mundo, é o que diz a crença popular, responde uma das teorias que se espalha rapidamente pelo país.

Para a maioria das pessoas, sem os devidos conhecimentos científicos, explicar como um pequenino e quase invisível ser atacou a humanidade em todas as partes do Planeta, se deslocando num velocidade surpreendente e sem pagar passagem e nem ter dinheiro, é um missão quase sobrenatural.

Dai que as teorias mais mirabolantes para explicar a pandemia tem dominado o cotidiano da população brasileira. Ainda mais que esta população vem sendo estimulada a duvidar da ciência e da imprensa, ficando a mercê dos seus próprios e insuficientes meios e critividade as explicações para a doença e as sequelas da COVID-19.

Caramuru dominou os Tupinambá soltando fogo pela boca de um arcabuz, diz uma lenda.

O povo sem os conhecimentos científicos cria suas próprias teorias frente aos fenômenos.

Os políticos expertos se aproveitam disso para seus propósitos escusos.

Dizem que Diogo Alvares, o Caramuru, depois de impressionar os indígenas com sua mágica, passou a explorá-los, fazendo extrair Pau Brasil e outras espécies de madeira, que eram vendidas para Europa e até casou com a filha do cacique, a índia Paraguassu.

No caso brasileiro, a situação piora porque o presidente da república e seus auxiliares ajudam a implantar duvidas na população. A vacina chinesa é comunista. Vacina faz criar seios em homens e mulher virar jacaré.

Quanto mais ignorante for o povo melhor será para que um imbecil chegue ao poder e o governe. Pior para o futuro.

Belém: as portas para o futuro

No dia primeiro de janeiro, assume o novo prefeito de Belém e uma nova Câmara Municipal, metade dela renovada. O que esperar dessa nova administração? O que esperar do futuro dessa nossa Cidade de 405 anos a serem completados no dia 12 de janeiro de 2021, data em que a caravana de Francisco Caldeira Castelo Branco, aportou no Igarapé do Piri e deu início ao primeiro sítio urbano, a porta de entrada para conquista da Amazônia?

Belém já foi pensada para ser a sede de um vice-reinado de Portugal. Nessa época, Marquês de Pombal enviou os melhores engenheiros e profissionais da Europa para planejá-la e construí-la. As marcas desse tempo ainda estão por aqui em igrejas e palacetes.

O período lemista, quando a cidade de Belém viveu os tempos áureos da borracha, foi também os tempos áureos de planejamento urbano, principalmente da primeira légua patrimonial. Nessa época priorizou-se o saneamento públicos os lindos bosques urbanos e praças foram construídos, teatros, cinemas, ruas e bairros foram pensados e executados, transformando Belém na metrópole da Amazônia. Uma cidade com bulevares, chafarizes, arborização, parques e cultura.

Veio o tempo da ausência. Ausência de líderes políticos, ausência de administradores, ausência de planejadores. Ausência de um modelo de cidade e da definição do seu papel econômico.

Nesta fase adversa, com o poder centralizado em Brasília, a nova capital federal, e com a integração do Brasil interior, Belém se viu obrigada a virar de costas para as águas da Baía. Menosprezou-se o núcleo urbano histórico, as antigas estradas por onde mercadorias e notícias chegavam do mundo civilizado, percebendo que, além da sua primeira légua patrimonial, acontecia um fenômeno urbano sem controle e sem qualquer planejamento oficial.

Motivados pela Belém-Brasília, brasileiros de vários locais e paraenses de vários municípios se transferiram para a periferia da Cidade em busca de emprego, educação dos filhos, saúde, moradia e outros serviços ausentes nas suas antigas moradias.

Enquanto tudo isso acontecia, o Governo Militar chegava ao poder e decidia que o Pará receberia os projetos de expansão agrícola, mineral e de geração de energia, a partir de aproveitamento hidrelétrico.

As transformações urbanas e econômicas de Belém deixaram marcas. Aumentaram os problemas urbanos e declinou a importância econômica da Cidade. O impacto negativo se viu por todos os lados. A receita municipal tem minguado. Belém, do tempo em que Edmilson Rodrigues a administrou até hoje, perdeu 35% de sua arrecadação.

Passados todos estes anos sem rumo, chegou a hora de Belém buscar sua verdadeira vocação econômica. A esperança é de que o prefeito Edmilson acerte e profissionalize os caminhos que a Cidade acabou buscando espontaneamente.

Belém é uma cidade de comércio, serviços, lazer, turismo e gastronomia. Precisamos ser uma das melhores do país nestas áreas, sempre acrescentando o molho amazônico. A classe média dos municípios prósperos paraenses deve ser convidada a olhar Belém como destino de compras, de busca por serviços, lazer, gastronomia etc. Consolidando e se profissionalizando nestas áreas, seremos um destino turístico para o Brasil e para o exterior, um dos objetivo principais dessa nova economia sustentável, gerando felicidade e bem-estar aos cidadãos belenenses.

José Carlos Lima e José Carlos Lima Filho

O presidente é irresponsável ao estimular a não vacinação do povo brasileiro.

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que não tomará a vacina e até tentou torná-la facultativa como querem alguns de seus seguidores, alegando o direito à liberdade de decidir e de não ser obrigado pelo Estado a imunização.

O homem nasce livre, mas viver livremente depende de transpor obstáculos. Alegar a liberdade neste caso, revela baixa qualidade intelectual ou moral.

Os obstáculos à liberdade podem ser físicos, intelectuais ou morais.

Ninguém no Brasil vai ter sua liberdade ameaçada fisicamente por não tomar a vacina.

A vacina no Brasil sempre foi obrigatoriamente ofertado pelo Estado e aderida espontaneamente pela população, atendendo as campanhas eficientes, que tornaram o Brasil um exemplo em imunização, bem como erradicando doenças graves.

A liberdade, no caso da vacina, se é expontânea, deve obedecer a imposição de cunho intelectual e moral.

Os fatores intelectuais limitam a liberdade, quando,?através de informações científicas, o cidadão se convence da importância, da eficácia da imunização sua e das outras pessoas e auxilia o Governo em suas campanhas de vacinação em massa. No caso da pandemia, vacinar e imunizar o maior número de brasileiros significará a possibilidade de retomada da economia, liberando os recurso públicos do auxílio emergencial.

Mas a liberdade também está limitada por causas morais. A vida é um dom e deve ser preservada sempre. Preservar a própria vida é um dever e cuidar da vida do outro uma imposição moral decorrente do exercício da compaixão.

A liberdade plena, sem limites, reivindicada por quem não deseja ser imunizado, revela um ato político intelectual de desacreditar à ciência, as fontes de produção de conhecimento e as fraquezas morais, se quem não tem amor pela vida e nem empatia.

vacina #imunização

Empreguismo nas prefeituras, saiba como combatê-lo.

Segundo o IBGE, entre 2015 e 2019, (dados retirados da matéria de Thiago Vilarins, publicado em O Liberal, 13/12) cresceu em 14,99% o número de cargos comissionadas nas prefeituras dos municípios paraense. O cargo comissionado é aquele de livre nomeação pelo prefeito, sem necessidade de concurso público. (leia matéria de Tho

No serviço público, depois de 1988, com o advento da Constituição Federal, admite-se três tipos de ingresso. O servidor público efetivo, admitido por meio de concurso público que mede a qualificação e aptidão para o cargo, compondo o quadro técnico permanente, que garante a continuidade do serviço prestado a população. O ocupante de cargo comissionado, de livre nomeação e exoneração, sendo preenchido por meio de decreto do Prefeito e são ocupantes de cargos de assessoramento e direção. Por fim, temos os contratados temporários, necessários para acudir uma emergência do serviço público, podendo ser contratado por seis meses, com direito a um prorrogação ou ao fim do estado de emergência que deu causa a contratação.

Para a população, o mais importante é que a administração pública tenha um quadro de servidores efetivos de altíssima qualidade, aperfeiçoando o serviço público e mantendo-o ativo e eficiente. Porém, ao longo dos anos e por não estarem sujeitos as orientações políticas, atendo-se as questões profissionais, os servidores permanentes sempre são desvalorizados por gestores mal intencionados, que para os lugares chaves da administração acabam nomeando pessoas de sua inteira confiança, relegando a competência a um segundo plano.

O número dos comissionados, preferido dos gestores, só aumenta, inchando e comprometendo as despesas e qualidade do serviço prestado a população, além de não garantir a continuidade de programas importantes. Mas grave que isso, os cargos de livre nomeação são usados como moeda de troca entre gestores e apoiadores políticos, sejam vereadores ou lideres da comunidade que controlam redutos eleitorais importantes, capaz de influenciar no resultado das eleições.

A sociedade não pode assistir tudo de braços cruzados. Está na hora de criar, em cada um dos municípios, movimentos em prol de garantir o cumprimentos dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência.

Em cada município do Pará, jovens de igrejas ou de colégios, podem criar grupos de WhatsApp para fiscalizar prefeitos e vereadores. Basta ficar atento aos atos dos gestores, controlando estes atos através dos portais da transparência e cada vez que descobrir uma pisada de bola, divulgá-las para sociedade local, através das redes sociais, entregar a descoberta ao Ministério Público e ao TCM. Assim estaremos contribuindo para melhorar a administração dos recursos que pertencem a coletividade.

Fazendo assim, se corrigirá o que está errado e melhorando próprio lugar onde se vive. Com certeza, vai sobrar dinheiro para o atendimento da população. É um jeito de fazer cidadania e de construir o futuro, adotando como slogan: “pensar globalmente e agir localmente”.

A Vida

A vida pode estar chegando ao fim. Vejo as forças esvaírem-se.

Defeitos aparecem em diversas partes do corpo.

Penso no que vivi até aqui.

Fui útil?

Construi algo de bom para deixar de exemplo?

Sinto que não.

Apesar de ter conquistado alguns degraus, foram em benefício próprio.

Pouco fiz pelo outro.

O que tenho para me orgulhar?

Como haverei de ser lembrado?

Sinto que estou de partida.

Não tenho mais tempo para tentar e começar tudo outra vez.

Tive chances, mas desperdicei. Tive poder e não soube usar.

O poder, como uma arma, é capaz de ferir quem não sabe manusea-lo.

Sinto que foi meu caso.

Sabe quando você está em viagem e passa por objetos de desejos e deixa para adquiri-los depois, mas não consegue porque o caminho é sempre pra frente?

Foi assim na minha vida.

Deixei de fazer coisas importantes quando tive a oportunidade de fazê-la.

Vou partir com a sensação de não ter o que levar na bagagem.

Tudo que passou pela minha vida foi consumido pelo tempo.

Adeus. Não posso deixar de ir. Chegou a hora.