Corpos de jovens executados são encontrados em ônibus abandonado em Capitão Poço.

Cenas fortes nas imagens a seguir mostram a crueldade das execuções.

Corpos de jovens, com as mãos amarradas e tiro na região da cabeça, são encontrados em ônibus abandonado, no município de Capitão Poço. A cena sugere forte execução em massa e se soma aos inúmeros crimes que vem sendo praticado, provavelmente por milicianos, na região.

Tudo começou com duas execuções, a de Madson Filintro e do ex-policial conhecido por “Navalhada, crime violento, com característica de crime político, uma vez que a vítima denunciava corrupção de desmando de figuras importantes da política local.

O inquérito do caso “Navalhada”, que tramita em segredo de justiça, provavelmente deve ter chegado aos suspeitos e todos esperam que estes sejam retirados de circulação o mais breve possível, para que este grupo de matadores sejam desarticulados, processados, julgados e punidos juntamente com os poderosos que pagam por estas execuções.

Os motivos são variados, crime político, execução a mando do tráfico e incômodos diversos. Mas os executores, pelo modus operandi, parecem ser os mesmos. As investigações podem chegar a esta conclusão.

A Justiça Paraenses precisa agir com rapidez em socorro a comunidade de Capitão Poço e do vizinho município de Ourém para que a paz volte a reinar naquelas comunidades.

O Liberal critica o IBOPE, seu parceiro em muitos erros

O Grupo O Liberal contratou e divulgou a pesquisa do IBOPE e agora, depois que as eleições ocorreram democraticamente, com um resultado inquestionável, vem reclamar do resultado, tentando se eximir de sua responsabilidade. Esta reclamação é no mínimo estranha e com cheiro de segundas intenções.

O IBOPE contratado pelo Grupo Liberal sempre errou nas pesquisas em Belém ou foi usado para tentar influir nos resultados. As oposições no Pará cansou de acusar o Instituto desta prática. Nos bastidores as informações falavam em venda de resultados, fato nunca comprovado.

Nesta eleição municipal, a maioria dos institutos errou, e o IBOPE errou muito mais. A campanha de Eguchi tentou emplacar sua pesquisa contratada pelo ECODATA. Quem se aproximou do resultado das urnas foi o instituto paraense DOXA, cuja prospecção foi publicada pelo grupo ROMA News, as vésperas do pleito.

Um pesquisa é uma tendência e pode sim influenciar nas eleições. O IBOPE pode ter influenciado no primeiro turno, quando, as vésperas das eleições, colocou o Delegado Eguchi em posição de ser possível chegar ao segundo turno, retirando desta possibilidade o candidato Thiago Araújo e Cassio Andrade.

Isto nunca foi novidade, o fato novo que temos aqui é a Nota de Repúdio publicada hoje em O Liberal, na qual o Grupo que contratou a pesquisa repudia o resultado e admite o que nunca quis admitir, principalmente em muitas eleições quando o candidato apoiado pelo grupo despontava muito bem nos números do IBOPE.

Edmilson Rodrigues ganhou legitimamente nas urnas. O PSOL não tem qualquer ingerência sobre o IBOPE e nem de longe pode ser acusado de ter agido para influenciar as pesquisas. As pesquisas podem errar e erram, como erraram aqui em Belém muitas vezes. O eleitor de Belém de tanto ver o IBOPE errar já não se influencia por ele e segue seu desejo e sua decisão eleitoral sem levar em consideração o que diz o Instituto.

Os grupos que contratam e a Justiça Eleitoral precisa dar tratamento republicanos e adequado as pesquisas e suas divulgações as vésperas das pessoas irem as urnas, manifestar sua vontade livre de escolha democrática.

Ps.: O Senhor Vladimir, do Instituto Veritate, questionou a matéria através de um comentário que está moderado aqui em baixo para todos tomarem conhecimento. O Vladimir só erra em querer desmerecer o Instituto Doxa, não precisava.

O encarceramento feminino por tráfico de drogas traz graves consequências

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A política de drogas mudou para tratar o usuário diferente do traficante, mas isso não alterou a realidade do encarceramento no país. A população carcerária brasileira em 2019 era de 758.676, dos quais 30% por tráfico de drogas.

O grande traficante não anda por ai com papelotes ou trouxinhas de crack. A polícia prende o avião, a mula ou a mulher do viciado, presa em dia de vistas ao presidio.

Os elementos para prisão por tráficos são, a materialidade, dada pela droga apreendida; as circunstâncias: como local, atitudes, tipo do sujeito e a palavra da autoridade policial. Pronto, está feito o conjunto da obra para encarcerar pobre, preto e mulheres de periferia.

No caso das mulheres presas por tráfico de drogas é bom ouvir o que nos alerta a socióloga Julita Lemgruber, no Encontro Nacional de Encarceramento Feminino:
“Essas mulheres desempenham papel secundário no tráfico; muitas vezes são flagradas levando drogas para os companheiros nos presídios. Elas não representam maiores perigos para a sociedade e poderiam ser incluídas em políticas de reinserção social”
“Além disso, quando o homem é preso, os filhos ficam com suas mulheres. Mas quando a mulher é presa, geralmente o companheiro não fica com os filhos, que acabam sendo penalizados e passam a ter na mãe um referencial negativo. Essa é uma situação que tem tudo para reproduzir a criminalidade, já que essas crianças poderão seguir o mesmo caminho que os pais”, analisou a socióloga.

Julita Lemgruber – socióloga


A direita brasileira fixou seu ponto de vista em uma única política voltada para prisão e não aceita o debate de outras alternativas que vem sendo experimentada em diversos países . No caso das drogas, reduz tudo a uma acusação genérica, leviana e irresponsável contra todos que se opõe a política atual, como se fossem de esquerda, libertinos, que desejam liberar cocaína e maconha para destruir as famílias.

Vamos escancarar este debate e buscar novas soluções para o problema das drogas no Brasil? O debate será na quinta-feira, dia 26/11, as 19h30 e os links para quem deseja contribuir com o tema estão ai em baixo:

Crime político e clima de impunidade agitam Capitão Poço

O terror tomou conta de Capitão Poço, durante e depois das eleições. Denuncias de compra de votos, intimidação e assassinato política estão na lista dos eventos que chocam a cidade.

O policial aposentado, Agnaldo Assis Andrade, conhecido como Navalhada, que denunciava as irregularidades e os crimes eleitorais, acusando os aliados e o próprio prefeito João Tonheiro, eleito com 56,69% dos votos, de desviar recursos públicos para comprar votos, foi brutalmente assassinado, no interior de sua residencia, sem qualquer chance defesa.

As denuncias feitas por Navalhada foram repercutidas, neste vídeo, pelo digital influencer paraense, David Mafra:

O clima político em Capitão Poço, antes do assassinato de Navalhada, era tenso, com ameças correndo soltas nas redes sociais. A temperatura da Cidade pode ser tirada por este vídeo:

O prefeito de Capitão Poço, João Gomes de Lima, e também candidato à reeleição, é alvo de inquérito que investiga suposta compra de diploma de ensino médio. O despacho saiu nesta sexta-feira sob a tutela do juiz federal Sérgio Wolney de Oliveira Batista Guedes, noticiou o site ParaWebNews, antes da campanha.

O clima tenso e o desejo da sociedade local por justiça e transparência, exige providências urgentes das instituições paraense. Um força tarefa da Policia Civil destacada para apurar todas as denuncias, investigações que deverão ser acompanhadas por promotores especiais da capital, indicados pelo Procurador Geral de Justiça, é o que a comunidade deseja. A espera pela verdade de tudo é só o que fará Capitão Poço respirar novamente um clima de paz, deixando de ser, como gostava de pronunciar Agnaldo Assis Andrade, a “cidade dos laranjas”.

Quem tem medo da esquerda?

A esquerda classifica-se os partidos que se opõe ao modelo político e econômico vigente no país, fazendo oposição e propondo soluções diferentes das adotadas no modelo vigente.

No caso do Brasil, a esquerda denuncia a desigualdade social, a concentração de renda, o racismo, as discriminações de todo o gênero, pugna por liberdades e por igualdade, dentre outras pautas.

Muitos, porém, associam a esquerda ao pecado, ao mal, a liberação das drogas, ao aborto, as ditaduras, a violência de todas sorte e aos que serão condenados no dia do juízo final, usando as descrições que de Livros Sagrado, lidos tortamente e oportunisticamente por lideres religiosos mal-intencionados, que usam a religião como trampolim político de partidos à direita.

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

A esquerda política nada tem a ver com a esquerda que fala a Bíblia, quando Jesus Cristo no Evangelho de Mateus 25, 31-33 separa os bons dos maus para o julgamento:

E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória;
E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas;
E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda.

Mateus 25:31-33

Se seguirmos neste mesmo Livro e formos um pouco mais adiante, em Mateus 25, 34-36, poderemos, ai sim, entender o que é esquerda e o que é direita aqui na Terra, no meio dos homens.

Os justos estão a esquerda da política, porque são eles que trabalham para que as pessoas tenha vida com dignidade, sem fome, sede, com moradia, com saúde e justiça.

Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;
Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver.

Mateus 25:34-36

Na visão de Jesus Cristo, olhando de lá do seu Trono, a visão é o inverso da dos homens, a esquerda está à direita e a direita à esquerda.

O Brasil sempre foi governado por partidos de direita, isto acontece desde o Brasil Colonia, passando pela escravidão, implantando uma enorme desigualdade social histórica. Todos os índices sociais do nosso país são sofríveis. Sendo a miséria e a extrema pobreza a madrasta do pobre e a mãe de todos os pecados.

No Brasil, milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, que já é uma linha baixa, medida por meio salário mínimo de renda. Estas pessoas passam fome, sede e não tem outros direitos garantidos.

A pandemia do Coronavírus, revelou um quadro ainda maior que aqueles que o IBGE, através do censo, divulga. Mas de 30 milhões de brasileiros sequer constam das estáticas nacionais. O auxilio emergencial, pagos a quem estava em condições de pobreza, atingiu 65 milhões de brasileiros, quase 60% da nossa sociedade precisou ser acudida durante este período de paralisação das atividade econômicas.

Em todos os momentos que partidos mais a esquerda se aproximaram do poder político do Brasil, foram rechaçados por golpes de estado ou por campanhas de ódio patrocinadas por quem não deseja perder a hegemonia econômica e os privilégios históricos.

A classe dominante, poucos menos de 5% brasileiros, concentram quase toda a riqueza do país, usa a classe média, disseminado através dela um medo absurdo de versões odiosas, mentirosas de pautas: Aborto, Ideologia de gênero, Liberação das drogas, Censura da imprensa, Cerceamento da liberdade de expressão, Perseguição religiosa, Controle da internet, Feminismo, Militância homossexualista, Corrupção, Alta carga tributária, Estatização, Alianças com ditaduras como Cuba e Venezuela, Promoção de ódio e luta de classes, Incentivo à prostituição, Enfraquecimento das Forças Armadas, Populismo e assistencialismo, Violação de propriedade privada, Ataques ao conceito bíblico de família, Intromissão do Estado no governo familiar, Concentração de poder, Desarmamento civil, Doutrinação em escolas e universidades.

As classes dominantes, incentivadoras das ideologias de direita, usam também as religiões e a própria leitura oportunista da Bíblia para mobilizar pessoas, usando a fé e o medo da perda da salvação para que adiram a suas causas, que resumindo, significa manter tudo como está, com o lucro e a acumulação de riquezas para poucos.

Lula, Dilma, o PT e seus aliados, assumiram o poder em 13 anos, dos 520 de história do Brasil. Fizeram muito pelos mais pobres. Erraram também. Mas seus erros não justificam o tamanho da campanha de ódio que contra eles foi perpetrada. O megafone para bradar os erros foi direcionado apara o inimigo maior, as esquerdas, ampliando o alvo do ataque. Nesta campanha, muitas mentiras ganharam força de verdade.

Há pessoas que juram que as esquerdas venceram a ideologia de gênero e construíram cartilhas para que, nas escolas, crianças de 05 anos pudessem optar se queriam ser hétero ou homo. isto é uma grande mentira inventada por homofóbicos e políticos, travestidos de lideres religiosos, para encher igrejas fundadas em galpão e espalhadas pelo país como se fossem franquias, visando arrecadar fundos e arregimentar pessoas para seus propósitos de poder.

Por trás deste medo aos partidos de esquerdas, estão os bodes gordos, ricos, com sua ganância histórica e seu modelo econômico que destrói toda a riqueza que Deus nos deu nesta terra prometida, onde corre leite e mel, apenas para o seu próprio usufruto.

Encerro com um trecho do Livro de Deuteronômio, que a direita não que e esconde, esquecendo de ler ou de interpretar, uma ordem divina, que sempre deixaram de observar:

Quando houver um pobre em teu meio, ainda que seja um só dos teus irmãos numa de tuas cidades, na terra que o SENHOR teu Deus te está doando, não endurecerás teu coração, tampouco fecharás a mão para com este teu irmão pobre;

Deuteronômio 15,7

Fracassa a política de combate as drogas no Brasil

A capa do jornal Extra mostra que a política de combate as drogas no país é um estrondoso fracaso.

O tráfico só cresce e as cadeias só enchem. Muitos líderes ocupam presídios de segurança máxima.

A segurança pública comemora, como comemorou a dez anos atrás a retormada do Morro do Alemão. Mas o tráfico e as drogas cresceram e voltaram com mais força ainda.

O país precisam admitir o problema, concluir que erra, rechaçar os que criminalizam tudo, rediscutir e buscar outras soluções.

Políticos como Eguchi, Eder Mauro e algumas denominações evangélicos, com suas soluções simplistas de Bala é Bíblia, nos atrapalham na busca de soluções mais eficazes para este grave problema.

Bolsonaro, desmatamento ilegal e o tiro no pé

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje na reunião dos BRICS que vai divulgar o nome dos países que compram madeira ilegal da Amazônia.

O Presidente faz esse ataque para continuar na contramão da defesa do fim dos desmatamentos ilegais na Amazônia.

Estas declarações de Bolsonaro representam vários tiros no pé.

A madeira está sendo extraída da floresta e de áreas de proteção ilegalmente por falta de fiscalização e punição interna.

A madeira, depois de extraída ilegamente, é transportada e passa pelas estradas com a conivência das autoridades.

A madeira ilegal é serrada em estabelecimento licenciado ou sem licença ambiental não fiscalizados.

A madeira chega no porto e embarca para as empresas em outros países com a conivência das autoridades brasileiras. Lembrando que no governo de Jair Bolsonaro, o IBAMA suspendeu a fiscalização nos portos brasileiros.

Ainda é importante lembrar que não são os países que importam, são empresas nestes países.

O melhor a fazer, no lugar de ameaçar, seria sentar com estes países, estabelecer cooperação para evitar estas exportações de madeira ilegal, o Brasil se comprometendo a fazer sua parte interna.

O Governo Bolsonaro está destruindo o meio ambiente, a reputação do país perante as nações e provocando enormes prejuízos econômicos para as nossas empresas. Mas a nação brasileira ira, no tempo certo, corrigir estes malefícios, usando a força da democracia para dizer sim a um a futuro do Brasil.

Quem venceu as eleições?

Qual os recados que o povo deixou gravado nas urnas neste domingo de comemoração da Proclamação da República?

  1. Bolsonaro e sua direita perdeu, mas a direita do centro, do DEM, saiu-se muito bem nas urnas.
  2. O PT definhou, mas a esquerda resistiu através do PSOL de Boulos e da Manuela D’Avila do PCdoB.
  3. O eleitor voltou a premiar os gestores que atuaram satisfatoriamente durante a pandemia, rejeitando o discurso da gripezinha e dos que foram contra as medidas de isolamento.
  4. A forma tradicional de fazer política e o voto mais seguro foi a tônica.
  5. A guerra ideológica, esquerda x direita, não teve vez.
  6. Quem venceu? A democracia, o sistema eleitoral brasileiro e a vontade do povo venceram.
  7. O centro e a velha forma de fazer política se habilita para articular a sucessão de Bolsonaro.
  8. Os temas ambientais, como saneamento e resíduos sólidos, ainda não decidiram o voto dos eleitores.
  9. Outras lições ainda precisam ser percebidas.