O caos em Manaus exige união e solidariedade de todos os nortistas, tendo como alvo o vírus e a saúde pública

Os hospitais de Manaus estão abarrotados e muitas pessoas estão se tratando em casa. A maioria necessita de oxigênio. Os cilindros, quando chegam, duram poucas horas. As empresas que produzem oxigênio no Amazonas tem capacidade de produção de 27 mil metros cúbicos por dia. A demanda, neste momento, é de 70 mil metros cúbicos. Os profissionais de saúde estão esgotados. A infraestrutura é menor. Não tem leito suficiente. Muitos artistas e entidades da sociedade civil se mobilizam com compra de cilindros, álcool em gel e máscara. O número de infectados supera em muito a capacidade de atendimento da rede pública é alto e o nível de contaminação continua crescente. O Governo do Pará decretou o fechamento das embarcações procedentes do Amazonas, uma vez que o movimento entre estes dois estados é intenso. Na Região Oeste do Pará, a cada 15 dias, proveniente de Manaus, desembarcam nos municípios até 3 mil pessoas, despertando o temor que as pessoas do Pará vivem os transtornos que hoje vivem os nossos irmãos amazonense. A hora é de união e solidariedade.

Desmatamento da Amazônia e Mudanças Climáticas: a esperança é o Partido Verde.

Entre agosto de 2019 e julho de 2020, em plena pandemia, grileiros criminosos destruíram 11.088 km2 de floresta nativa da Amazônia. Retiraram madeiras nobres, valiosas, mataram milhões de micro-organismos e suprimiram a riquíssima biodiversidade, comprometendo o futuro de incontáveis espécies. Se não bastasse, causam incalculável prejuízo ao clima de todo o planeta, colocando em risco a meta do Brasil no Acordo de Paris.

O vice-presidente do Brasil admitiu os números do desmatamento. O ministro do Meio Ambiente, responsável pelo desmonte da proteção à floresta, sumiu e se omitiu diante dos números alarmantes. O governo é o grande culpado. Foi de sua responsabilidade a retirada de todas as proteções ambientais, facilitando a ação dos criminosos, quando permitiu que o transporte e a exportação de madeira fossem feitos apenas com a declaração dos interessados nesse negócio privado, ilegal, criminoso e milionário.

Os governos dos estados amazônicos cruzam os braços, colocam-se na situação cômoda de empurrar o problema para a esfera federal. O Centro de Monitoramento do Pará, montado e financiado com recurso do Fundo Amazônia, parece que virou enfeite, por nada produzir em favor da defesa da pobre floresta. O Pará foi o estado que mais desmatou nesse período.

As ONGs – que eram incentivadas por verbas federais, para ajudar na defesa desse importante bioma, e que prestavam enorme serviço em favor da floresta e das populações tradicionais – foram todas criminalizadas no início do governo do presidente Jair Bolsonaro como organizações comunistas a serviço de potências internacionais de esquerda, que tramam a internacionalização das riquezas brasileiras.

O futuro da humanidade está comprometido. Estamos perdendo para a ganância de alguns. Perdemos a liberdade de fazer coisas simples que nos são naturais. Quando os humanos invadiram as florestas africanas e foram contagiados por animais daquele bioma, ganhamos a Aids. Da Ásia nos veio o contágio mais recente do Coronavírus, que nos impede de nos abraçarmos, de estarmos juntos de quem amamos. Da Amazônia, nos virão quais ameaças? Mas estamos prontos a seguir nosso modo egoísta de viver, desconhecendo todos os avisos.

E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até o animal, até o réptil, e até a ave dos céus, porque me arrependo de os haver feito.

Gênesis

Antes que isso aconteça novamente, devemos mudar nossa modo de vida aqui na Terra e nos harmonizarmos com todas as outras espécies, construindo um modelo de uso sustentável dos recursos naturais, limitando o crescimento da economia a capacidade de regeneração da natureza, adotando modos compatíveis com a possibilidade de sua resiliência.

A pauta principal que devemos adotar é o combate às mudanças climáticas, cumprindo as regras do Acordo de Paris. Aliás, as metas para 2021 serão cobradas e, segundo o Observatório do Clima, o Brasil não cumprirá a sua parte. O governo do presidente Jair Bolsonaro desmontou todos os mecanismos de acompanhamento das metas e do controle do clima.

A esperança brasileira e mundial está depositada nos ombros dos dirigentes do Partido Verde brasileiro, único instrumento da política com sensibilidade e capaz de entender a urgência de lutar contra as mudanças climáticas e os danos irreparáveis causados pelo desmatamento da Floresta amazônica.

Bolsonaro, desmatamento ilegal e o tiro no pé

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje na reunião dos BRICS que vai divulgar o nome dos países que compram madeira ilegal da Amazônia.

O Presidente faz esse ataque para continuar na contramão da defesa do fim dos desmatamentos ilegais na Amazônia.

Estas declarações de Bolsonaro representam vários tiros no pé.

A madeira está sendo extraída da floresta e de áreas de proteção ilegalmente por falta de fiscalização e punição interna.

A madeira, depois de extraída ilegamente, é transportada e passa pelas estradas com a conivência das autoridades.

A madeira ilegal é serrada em estabelecimento licenciado ou sem licença ambiental não fiscalizados.

A madeira chega no porto e embarca para as empresas em outros países com a conivência das autoridades brasileiras. Lembrando que no governo de Jair Bolsonaro, o IBAMA suspendeu a fiscalização nos portos brasileiros.

Ainda é importante lembrar que não são os países que importam, são empresas nestes países.

O melhor a fazer, no lugar de ameaçar, seria sentar com estes países, estabelecer cooperação para evitar estas exportações de madeira ilegal, o Brasil se comprometendo a fazer sua parte interna.

O Governo Bolsonaro está destruindo o meio ambiente, a reputação do país perante as nações e provocando enormes prejuízos econômicos para as nossas empresas. Mas a nação brasileira ira, no tempo certo, corrigir estes malefícios, usando a força da democracia para dizer sim a um a futuro do Brasil.

Governo brasileiro é conivente com a destruição da Amazônia

A Amazônia está sendo destruída pelo fogo e pelo desmatamento e as autoridades responsáveis por evitar a destruição deste valioso e importante patrimônio se queixam das declarações de personalidades internacionais e das ONGs, cobrando e denunciando o descaso.

Dizer que a intenção de quem cobra responsabilidade nos cuidados com a Floresta e o meio ambiente é interferir e prejudicar o Brasil não cola.

O agronegócio brasileiro que ganha dinheiro importando produtos agrícolas, sabe que o consumidor de carne de boi, frago, porco, aquele que interessado em comprar soja, milho, frutas brasileiras, não aceita que produtos sejam produzidos destruindo o meio ambiente.

Se o Brasil não quiser sofrer críticas, prejuizos nas exportações e nos preços dos seus produtos, precisa provar para o Mundo que está cuidando da Amazônia e do meio ambiente.

As pessoas de bom-senso sabem que se a Floresta Amazônica for destruída, perderemos a batalha contra o aquecimento global e as mudanças climáticas e se isso, que Deus nos livre, acontecer, colocará em risco o futuro de todos aqui no Planeta.

Então General Heleno, Carlos Bolsonaro e Presidente Jair Bolsonaro, parem de jogar com o futuro do nosso povo, do bioma amazônico e do meio ambiente. Suas palavras não vão mudar o que o Mundo pensa do Brasil até que façamos nossa parte.

Foto: National Geographic

O Brasil fecha as portas para o Acordo Mercosul/União Europeia e prejudica o Pará

O acordo comercial Mercosul e União Europeia poderia representar a salvação da Amazônia e, em especial, a saída da condição de pobreza e de desigualdade para milhões pessoas. O Pará seria o Estado da região à receber os maiores benefícios proveniente deste acordo comercial, envolvendo um mercado consumidor gigante, calculado em 700 milhões de pessoas.

Mas o acordo anunciando como uma grande vitória da Política Externa do Presidente Jair Bolsonaro, está prestes a ser inviabilizado e duas são as razões: a negação do desmatamento da Floresta Amazônica e a intenção do Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles de passar uma boiada durante a pandemia e afrouxar as regras de defesa ambientais.

Leia mais nesta reportagem da BBC Brasil: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-53470391

Vale ressaltar que mesmo sem o acordo nacional, o mercado europeu pode ser alcançado pelos produtores do Pará, bastando para isso que o Governo Estadual construa estratégias e um modelo de desenvolvimento compatível com as exigências dos consumidores daquele Continente.

A primeira providência é ambiental. Os Pará tem sido conivente com a devastação do meio ambiente e de sua imagem externa. Além de cruzar os braços para toda a destruição de garimpeiros e madeireiros criminosos, quando age provoca dúvidas nas suas intenções ambientais. Seja nas licenças, fiscalizações e até nas ações punitivas.

O caso mais emblemático e mais recente, foi o processo de acusação contra voluntários brigadistas e ONGs com apoio internacional, acusados injustamente de serem os responsáveis por colocar fogo na floresta, com prisões arbitrárias, cujo inquérito policial concluir por não concluir. O encerramento do inquérito não chegou a nenhuma conclusão, mas a imagem do Pará ficou manchada internacionalmente.

O Governo do Pará só tem olhos para mineração, soja e boi. Os produtos amazônico, desejo de consumo dos europeus, não recebem qualquer política de incentivo do estado.

Os nossos governantes contentam-se em receber os tributos de curto prazo para fazer obras duvidosas e eleitoreiras, para não dizer outros interesses.

Focar no mercado europeu e com eles manter relações comerciais e de outros interesses, elevaria o patamar economico e de desenvolvimento do Pará. Está opção é segura, representando o melhor caminho para um futuro sem pobreza.

O satélite existe? – Amazônia Real

No ano passado, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que as imagens de satélite sobre queimadas e desmatamentos na Amazônia eram mentirosas. Sem outra saída do impasse, Ricardo Galvão, o diretor do Inpe, um dos mais antigos e respeitados do mundo na matéria, que captara e interpretara as imagens, sustentou a veracidade das fotografias e por isso foi demitido.
— Ler em amazoniareal.com.br/o-satelite-existe/

Desmatamento e Corrupção, qual é o crime que mais lhe incomoda?

O Brasil se mobilizou contra a corrupção e exigiu das autoridades investigações, condenação e prisão dos corruptos. A corrupção foi considerada a desgraça do Brasil, responsável pela pobreza, pela miséria e pela ausência de serviços públicos essenciais.

O desmatamento é tão ou mais grave que a corrupção.

Primeiro porque a pessoa desmata áreas públicas que pertence a todos nós para retirar madeira e vendê-la, ficando com o produto da venda deste bem que público. É como se alguém resolvesse se apropriar de uma escola pública, expulsar os alunos e vendê-la a uma empresário privado para montar um escola e cobrar mensalidade.

Em segundo lugar, ao desmatar a área pública, o bandido destrói o habitat, a casa, o lar de várias e importantes espécies, que precisam daquelas árvores para viver e gerar vidas. O prejuízo ambiental é muito grave. As pessoas que adentram na floresta para desmatar, também se contaminam com vírus, alguns conhecidos, como a malária, outros ainda estranhos e muito perigosos por não ter remédio e nem vacina eficaz ou por provocar efeitos terríveis aos seres humanos. Sim, pois o bandido contaminado traz o vírus para o convívio humano, podendo desencadear um pandemia e nos colocar em perigo.

Por último, mas não derradeiro, em face dos efeitos desconhecidos e ainda não testados, o desmatamento compromete o equilíbrio do clima de todo o Planeta e o futuro das próximas gerações.

Os efeitos da corrupção são graves, mas o efeitos dos desmatamento são ainda muito pior. Mas a corrupção mobiliza mais porque as pessoas já entenderam que é uma prática criminosa inaceitável. Falta ter este mesmo sentimento em relação ao desmatamento e ao desmatador.

A destruição da Floresta Amazônica é feita com apoio oficial

Desmatar a Amazônia é crime e ofende diretos das futuras gerações, mas tudo acontece por conivência dos governantes, que até questionam os dados obtidos por meio de instrumentos precisos e oficiais.

O Pará é o estado campeão de desmatamento, mas o Governador Helder Barbalho fornece argumentos ao desmatadores, ao dizer que o período chuvoso interfere nos números e na precisão dos dados.

A Constituição Federal, o Código Florestal e a Lei dos Crimes Ambientais não permite desmatamento, mas eles acontecem nas narinas dos governantes.

Também ainda é mistério o fato dos latifúndios acima de 2.500 hectares continuarem a ser legalizados sem atender o § 1.°, do art. 188, da Constituição Federal, que determina a que só pode ser feito se for aprovada pelo Congresso Nacional.

As autoridades brasileiras são coniventes com o latifúndio, com a grilagem e com a destruição da floresta, pois não há possibilidade de se obter terra pública e desmata-la se isto não ocorrer ao arrepio da lei.

Sanções impostas pelo Ibama caem 60% em um ano, e especialistas alertam para apagão ambiental

De janeiro a junho deste ano, o número dos chamados termos de embargo aplicados pelo órgão ambiental foi de 587. Nos mesmos meses do ano passado, foram 1.435.

O número de autuações do ano passado já representava redução de 40% em relação ao primeiro semestre de 2018. Ou seja, é a segunda queda para igual período no governo Jair Bolsonaro.

http://Sanções impostas pelo Ibama caem 60% em um ano, e especialistas alertam para apagão ambiental

O Ministro Ricardo Salles causou muitos prejuízos ambientais e econômicos para o Brasil. A pasta foi criada para ter um titular que se identifique com a causa ambiental e provoque o debate dentro do Governo, fazendo o contraponto entre a defesa do meio ambiente e as questões econômicas. Para defender o setor produtivo tem os outros ministros.

Na época dos reis, dos imperadores e déspotas, era comum nomearem consultores para lhes contrariar as vontades, no sentido de poder, após ouvir argumentos pros e contra, caminhar pelo equilíbrio, será que nem se parecer com um déspota este Governo consegue.

Se a Justiça brasileira não retirar o Ministro Ricardo Salles da pasta do Meio Ambiente, como pede o Ministério Público Federa, o resultado final será de extrema gravidade, com perdas irreparáveis aos recursos naturais.

Antiambientalismo de Bolsonaro já prejudica empresas brasileiras

O Governo Bolsonaro tem se colocado contra o ambientalismo de forma a prejudicar a economia nacional. As exportações brasileiras vem sofrendo sérias restrições em países onde a legislação obriga a seguir regras de sustentabilidade.

O desmatamento da Floresta na Amazônia tem alcançado patamares alarmantes e acendido o alerta mundial para o perigo planetário.

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