Por que os radicais de direita e de grupos religiosas não apoiam Edmilson Rodrigues?

Estão distribuindo, por meio de WhatsApp, o texto abaixo, como justificativa de grupos religiosos, bolsonaristas e de direita para derrubar a candidatura de Edmilson Rodrigues. Ao mesmo tempo, usam o espaço da campanha eleitoral, para guerrear ideologicamente com temas que são caros a humanidade, muitos deles já consolidados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Carta de São José da Costa Rica.

O pensamento esboçado nas afirmações mentirosas, equivocadas, preconceituosas, mostram que existem hoje no país grupos trabalhando pelo retrocesso, pela barbárie e contra estes grupos deveriam se unir todos os democratas e humanistas deste país.

Vou reproduzir o texto e fazer em cada tópico, e em texto destacado, um breve comentário para orientar o nosso debate sobre o assunto. Os meus comentários estarão entre parenteses.

POR QUE EU NÃO POSSO APOIAR EDMILSON E A ESQUERDA PARA BELÉM?

Essa não é uma questão partidária, mas cultural. Está muito acima de qualquer partido ou grupo político. É uma guerra ideológica e espiritual entre a luz do cristianismo e as trevas do marxismo. (A eleição de um prefeito da capital é apenas uma questão partidária e não tem a dimensão que desejam, transformando-a em um guerra ideologica)

Todas as doutrinas vermelhas (marxismo, socialismo, comunismo, nazismo, fascismo de esquerda…) são inimigas declaradas da fé CRISTÃ, e sua implantação foi responsável pela perseguição e morte de cerca de 100 milhões de pessoas. (Fizeram uma salada de doutrinas, confundindo propositalmente marxismo, socialismo, comunismo que são de esquerda, com nazismo, fascismo que são de direita. Também confundem as doutrinas de esquerda com regimes totalitários)

Nos últimos 13 anos que o PT e a esquerda governou o BRASIL, vimos um investimento fortíssimo contra os nossos valores éticos, morais, políticos, econômicos, sociais e religiosos. (não foi o PT que investiu para mudar valores, a sociedade brasileira é que não aceita machismo, racismo, homofobia, desigualdade social e econômica…)

Os principais motivos para reprovarmos Edmilson e a ESQUERDA de modo geral, incluindo PSOL, PSTU, PCO, PCdoB, PSDB, PV, PSB, etc) são: (O PV nunca foi de esquerda, a própria esquerda tradicional o repele por ser uma ideologia nova e ligada ao ecologismo)
• Aborto (é um problema social grave e que precisa ser tratado adequadamente, sem ser confundido com atentado contra a vida)
• Ideologia de gênero – (A sociedade e não a esquerda luta pela igualdade de gênero, que querem confundir com ideologia de gênero por não aceitar as mudanças que tanto se reclama)
• Liberação das drogas – (a política de drogas baseada na criminalização e na prisão, copiada pelo Brasil dos EUA, não deu certo. Enchemos as prisões de pobres e negros pobres e alimentamos a industria do tráfico. Na última eleição americana, vários estados liberaram maconhas e até outras drogas mais pesadas)
• Censura da imprensa – ( esquerda e os progressistas são amantes da imprensa livre, quem fez e faz censura são governos autoritários. A imprensa livre é garantida pela nossa Constituição Federal e quem vem atentando contra é direita)
• Cerceamento da liberdade de expressão – (A liberdade de expressão consta da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Carta de Sâo José da Costa Rica e do art. 5º da nossa Carta Magna)
• Perseguição religiosa – (a perseguição religiosa no Brasil é um fenômeno que vem acompanhado de grupos neo-pentecostais, quem mais tem sofrido ataques são os afroreligiosos. Lembrando que já tivemos templos católicos e imagens atacadas por fanáticos desta recentes seitas)
• Controle da internet – (No Brasil tem o marco regulatória da internet, que foi aprovado no Governo do PT.)
• Feminismo – (Está é uma bandeira justa, consta dos princípios programáticos do PV e de outras partidos, mas que deve ser universalizado, por ser de fundamental importância para termos uma sociedade justa)
• Militância homossexualista – (Não exite militância homossexualismo, o que existe é a luta das comunidades LGBTIQ+ por respeito a orientação sexual. O que se deseja é respeito)
• Corrupção – (O combate a corrupção sempre foi bandeira de todos os partidos progressistas, por se tratar de preservar todo o recurso público para obras pública em prol de todos. Aqui temos uma contradição quanto aos fatos. O recente combate a corrupção, preconizado pela Operação Lava jato, funcionou e apurou nos governos do PT, mas enfraqueceu e vem sendo esvaziado no Governo de Presidente Jair Bolsonaro, por quê)
• Alta carga tributária – (A reforma tributária justa, é uma bandeira das esquerdas e dos progressistas, mas não sai do papel, justamente porque as forças de direita, ligadas as grandes fortunas, lutam contra, fazendo com que a enorme carga tributária recaía sobre as costas da media e pequena empresa e dos assalariados, principalmente os de classe média.)
• Estatização – (O serviço público mostrou-se como fundamental durante a pandemia, derrotando as teses dos liberais. Enquanto o SUS salvou vidas, a empresa de energia privada deu um enorme apagão no Amapá)
• Alianças com ditaduras como Cuba e Venezuela – (Este é um erro de muitos partido de esquerda brasileiro, mas que não justifica o voto contrário ao candidato do PSOL)
• Promoção de ódio e luta de classes – (A promoção do ódio vem sendo feita por grupos de direita extremistas, mas a luta de classe sempre foi pregada por alguns dos partidos mais a esquerda, porém nada tem a ver com a promoção do ódio, são coisas diferentes)
• Incentivo à prostituição – (Nem um partido de esquerda incentiva a prostituição, até porque esta é uma das atividade humanas mais antigas do mundo. O que incentiva a prostituição é a pobreza, a desigualdade e o capitalismo. O avanço civilizatório diz que devemos ter respeito, além de combater as causas)
• Enfraquecimento das Forças Armadas – (As Forças Armadas são um patrimônio de qualquer nação, mas devem exercer função de estado, na proteção da soberania nacional)
• Populismo e assistencialismo – (Existem populistas e assistencialistas de todas as matizes ideológicas)
• Violação de propriedade privada – (propriedade privada é protegida pela nossa Carta Constitucional)
• Ataques ao conceito bíblico de família – (O conceito de família que está na Bíblia não é aquele que algumas denominações religiosas tentam defender com o verdadeiro e vindo de Deus)
• Intromissão do Estado no governo familiar – (O Estado é uma ficção jurídica criada para promover a paz, porém exite sim uma tendência do Estado em ampliar sempre seu poder avançando sobre as liberdades individuais e até coletivas, mas é um equivoco atribuir as esquerdas este fenômeno)
• Concentração de poder – (descentralização e poder popular é o que pregam as ideologias que aqui são atacadas. Concentração de Poder é típica de governos autoritários)
• Desarmamento civil – (O debate sobre armar a sociedade para que ela se proteja contra o Estado é um debate recém levantado pelo Presidente Jair Bolsonaro. O estatuto do desarmamento é correto e deve ser defendido por todos os amantes da paz social)
• Doutrinação em escolas e universidades – (esta foi uma grande mentira para desacreditar os centros de produção de conhecimento)
• Entre outros

Denunciar e se opor a todas essas monstruosidades é missão de todo CRISTÃO. (Não é essa missão dos cristãos, pelo menos não foi o que pregou Jesus Cristo)

Além disso, são os mais pobres que mais estão sofrendo com a recessão, a volta da inflação, o desemprego e os serviços públicos precários. (Aqui eu concordo, mas afirmo que estes grupos de direita, que atacam as propostas mais avançadas da política nacional defendem os mais ricos)

Oremos para que Deus livre Belém dessa revolução da COMUNISTA. (mesmo que Edmilson desejasse, não é possível fazer, a partir do cargo de prefeito, uma revolução comunista, digo que no máximo dá para melhorar alguns serviços básicos, isto se administrar bem e com captação de recuros)

Aconselho, por fim, a leitura de todos tratados de direitos humanos e suas normas correlatas, para que nunca se retroceda neste avanços conquistas pela humanidade. Direitos Humanos

Esquema criminoso pode ter montado fake news sobre os respiradores da Sesma

DAS para Cleide Assunção – Agora vem a parte em que a desfaçatez, francamente, chega a níveis escandalosos. Após as denúncias do suposto superfaturamento dos respiradores do Zenaldo, vem a premiação. Qual seja, um DAS para Cleide Assunção no IGPREV, órgão que, segundo os bastidores da política, é comandando pelo irmão do governador e proprietário do jornal Diário do Pará e DOL, Jáder Filho.
— Ler em parawebnews.com/esquema-criminoso-pode-ter-montado-fake-news-sobre-os-respiradores-da-sesma/

O Diário do Pará e a desinformação com objetivos políticos

A manchete é escandalosa, mentirosa e política, política no pior sentido, alias nem gosto de dizer que isso é política, coitada da política que vem levando a culpa da falta de ética. Alguns podem chamar isso de noticia falsa, mas o termo correto a ser empregado neste caso é desinformação, desinformação deliberada e com objetivo político (lá vai o político pagando o pato) que beira ao cometimento de crime contra a honra, disfarçado de noticia séria.

A manchete é desmentida logo no primeiro paragrafo do subtítulo “Investigação da Polícia Federal aponta que entre os anos de 2010 e 2019…”. Ora, se foi entre 2010 e 2019, pegou o último ano do Governo Ana Júlia, que era PT e hoje está no PCdoB, dois partido aliados do atual Governador e de seu grupo político, que controlam as manchetes e o próprio jornal.

A manchete também desinforma ao usar o substantivo masculino “Governo” acrescido do titular do mandato da época, Jatene, adversário político dos proprietários do jornal, para tentar ligá-lo à corrupção investigada pela Policia Federal, envolvendo duas prefeituras do Sul do Pará, Conceição do Araguaia e Santa Maria das Barreiras, como se o desvio de verba pública municipais, estaduais e federais, cometidos por algumas pessoas mal-intencionadas, fosse um ato deliberado ou uma plataforma de um governo. Não foi do Governo Ana Júlia e nem do Governo Simão Jatene, titulares dos mandatos entre 2010 e 2019.

A noticia, ilustrada pela manchete feita para desinformar, baseia-se numa nota distribuída pela Polícia Federal, sem qualquer apuração jornalística, de uma operação que visou servidores públicos e empresários. A PF, em nenhum momento faz qualquer menção ao Governador Simão Jatene ou a Governadora Ana Júlia e nem dá maiores detalhes.

Do ponto de vista jornalístico, o corpo da matéria, poderia apenas informar que houve a operação e publicar a nota da PF, mas se tinha documentos checados e fontes seguras, poderia, ao menos, divulgar os nomes alvos da operação, mas nem isso o jornal se deu o trabalho jornalístico de fazer.

O uso da manchete com o a menção ao nome do ex-governador tem apenas o propósito da desinformação como arma política. Visa fisgar o cidadão que passa nas diversas banquinhas espalhadas pelas áreas movimentadas da cidade e olha, por cima da máscara, o título graúdo, chamativo, enquanto espera o ônibus em uma parada lotada e segue nas intermináveis da massacrante viagem, digitando nos grupos de WhatsApp da família: “tu viste que a PF está investigando o Governo Jatene?” A fofoca então se espalhará e cumprirá o objetivo maldoso, criminoso de confundir as pessoas.

Até quando nós os paraenses vamos nos permitir viver nesta terra de mentiras, que encobrem mal-feitos gerais, de grupos políticos aboletados no poder, que não nos permitem avançar em projetos e ações eficazes para tirar o Pará deste estado de miséria?

Orly Bezerra esclarece: “Trabalho com informação de verdade. Não com fake news.”

Sou jornalista há 47 anos e, nesse tempo, aprendi a valorizar a informação como algo essencial à vida em sociedade. A informação verdadeira, checada, confirmada, ou até mesmo, e principalmente, aquela negada por quem tem interesse em esconder a verdade.

Esse é o espírito do jornalismo, que me foi ensinado pelo saudoso Cláudio de Sá Leal e outras feras na antiga redação de O Liberal, onde comecei a carreira. Eram tempos de ditadura militar e censura prévia, contra os quais a minha geração lutou e, percebemos agora, continua lutando.

Tornei-me publicitário depois, por força das circunstâncias, mas nunca abandonei o espírito jornalístico, ou seja, a necessidade de me cercar dos fatos, de me informar, de saber da verdade. E isso, por outro lado, influencia o meu modo de trabalhar a comunicação publicitária. 

Criei a Griffo há 39 anos, junto com os também jornalistas Antonio Natsuo e Nélio Palheta, pensando em contribuir para a profissionalização do jornalismo empresarial na já distante década de 1980. Migramos definitivamente para a publicidade, mas o jornalismo nunca me largou, e vice-versa.

Reside aí, provavelmente, o meu pendor pelas campanhas políticas, em que se trabalha com fatos, com levantamento de informações, num embate democrático de ideias e opiniões, que não raro exigem a intervenção da justiça eleitoral. Mesmo nesses casos, a democracia está intacta, a justiça cumpre o seu papel.

Por conta dessa vocação, a Griffo também trabalhou muito com administrações públicas, com diversos governos e prefeituras, incluindo a do hoje governador Hélder Barbalho, quando prefeito em Ananindeua. Acredito termos feito um bom trabalho, pois era frequentemente demandado nos serviços e também nos aconselhamentos ao prefeito quanto ao posicionamento da comunicação da Prefeitura.

Em toda essa história, a nossa relação com as administrações públicas – e também com as várias empresas privadas que atendemos e continuamos a atender – foi sempre de seriedade e correção. Tanto que, em quase quatro décadas, jamais houve questionamentos nesse sentido que não tenham tido motivações políticas. Condenação mesmo não houve. 

Infelizmente, nem todos os administradores, quando vitoriosos na eleição, consideram avaliar a campanha com o distanciamento que deve existir: há acusações, denúncias e opiniões fortes de cada lado. O rancor pessoal muitas vezes sobrevém. Mas isso não é o pior. O pior é quando a máquina estatal é utilizada para expressá-lo. E tentar destruir o outro.

Nas duas últimas eleições para o governo do Estado, trabalhamos para os candidatos Simão Jatene e Márcio Miranda, tendo em comum como adversário Helder Barbalho. Numa, Jatene venceu. Noutra, Márcio perdeu. Em ambas as campanhas, houve acusações, fatos relembrados, denúncias graves, embates pesados. Quando Jatene venceu, os profissionais que trabalharam contra ele continuaram suas vidas normalmente. Quando Márcio perdeu, muitos outros perderam.

Eu continuo, e continuarei, minha vida profissional como sempre: dedicando-me aos clientes e à minha empresa. Mas parece que a vitória eleitoral não bastou. Agora, com o poder nas mãos, é preciso destruir aqueles considerados inimigos. Não é mais um embate democrático, é o peso da máquina contra cidadãos e empresas não alinhados com o pensamento dominante.

Ao me incluir no inquérito da operação “fake news”, o que se pretende é misturar alhos com bugalhos, transformar informação jornalística e mentiras em farinhas do mesmo saco. É claramente confundir e não apurar a verdade.

Hoje, presto serviço para a Prefeitura de Belém e, nessa condição, dou aconselhamentos ao prefeito Zenaldo Coutinho e à sua área de comunicação, sempre pautados no rigor profissional, como sempre faço com os administradores com quem trabalho, qualquer que seja o partido deles. Se as orientações profissionais que ofereço ao meu cliente acabam afetando, de alguma forma, pretensões de outras pessoas, acredito que o problema não seja meu, mas dessas outras pessoas.

Só que, quando essas outras pessoas detém o poder nas mãos, podem exceder no exercício do poder. Foi o que aconteceu na terça-feira, quando policiais civis entraram na minha casa e na minha empresa, levaram equipamentos e papéis, e exibiram para a imprensa algum dinheiro que encontraram em casa.

Da empresa, além de alguns documentos, foi levado o servidor de rede que reúne todos os arquivos de trabalho, e uma história de décadas de muita luta e correção. Ou seja, o núcleo operacional da empresa, sem o qual hoje em dia, numa agência de publicidade, nenhum setor funciona. Não se sabe por quanto tempo os serviços terão que ficar paralisados, prejudicando o trabalho de 25 pessoas.

Do que foi recolhido em casa, havia, em dinheiro, 15 mil reais destinados a cobrir as despesas domésticas e/ou emergenciais nesses tempos de pandemia, de quase 90 dias de quarentena, que não se sabe quando acaba, principalmente para quem, como eu, passou dos 60. Havia também 8 mil e 500 euros que comprei, e apresentei o comprovante, para a viagem pro exterior que faria com a minha mulher e deveria ter acontecido em abril, quando a pandemia nos obrigou a adiá-la. Tudo normal, bem justificado e condizente com o meu padrão de vida. Mas o importante era exibir uma imagem que normalmente se associa a criminosos.

Dos equipamentos, celular e documentos, o que sobressai é a materialização do que acabei de relatar: uma vivência com a informação, que faz parte do acervo do meu trabalho profissional. Nada disso é crime, porque a informação que reúno é pública. Nada é criado, nada é inventado, nada é fake.

Algo mais que aprendi na escola de jornalismo que frequentei, que foi a prática do jornalismo diário, é que a verdade é por demais poderosa. E, por isso, a informação, a comunicação da verdade, incomoda tanto.Tenho a certeza de que a verdade prevalecerá e a justiça será feita.

Orly Bezerra é a mais nova vítima de inquérito que tem feição de perseguição política.

R$750.000,00 encontrado escondido na casa de Diretor da Secretária de Saúde

A Policia Civil do Pará, chefiada por pessoa de inteira confiança da cúpula do Governo do Estado, a pretexto de apurar crimes cibernéticos, tais como a fake news, vem escalando como alvo principal os blogueiros que se opõe ao Governador Helder Barbalho, acusando-os indevidamente de disseminarem informações falsas. O mais novo alvo alcançado por este inquérito foi o jornalistas, publicitário e empresário Orly Bezerra, acusado de financiar os blogues sob investigação.

Quem conhece o Orly Bezerra, como eu conheço e desde de os tempos do jornal O Estado do Pará, lutando por uma imprensa livre e democrática, sabe que jamais Orly estimularia a disseminação de fake news. Por ele, boto minha mão fogo por ter testemunhando que em todos os anos de Governo do PSDB, quando esteve a frente das campanhas e da comunicação do Governo do Estado, nunca um só jornalista ou blogueiro foi atacado, perseguido ou calado por dar opinião contrária aos interesses oficiais.

Bons tempos aquele!

Minha opinião para o fato é que se trata de uma tentativa desesperada de apagar a repercussão negativa da operação da Policia Federal no Pará. Tentam criar uma imagem e fatos para servir a luta política na versão que tudo não passa de perseguição ou de ataques da oposição, jogando a narrativa a favor do grupo que temporariamente governa o Pará.

Dentre os blogueiros, alvos destas investigações, estão aqueles que alertaram as autoridades sobre superfaturamentos, compras dirigidas e por dispensa de licitação, contrariando as legislações e os princípios constitucionais da probidade administrativa.

Dentre as denuncias feitas por estes blogues, está a que mostrou as irregularidades nas compras de respiradores por parte do governo. Informação que pode ter gerado o inquérito no Superior Tribunal de Justiça, dai o inconformismo oficial.

A Policia Federal, em ação de busca e apreensão autorizada pelo STJ, com base em informações de ilegalidades, cumpriu diligências no Pará contra corrupção e encontrou R$ 750 mil reais escondidos dentre de uma caixa térmica na casa de um servidor de confiança da Secretaria de Saúde e outros R$ 60 mil, na casa de um assessor especial do Governo do Estado do Pará.

As imagens do cooler com um montão de dinheiro circulou nacional e nos mais recônditos cantos do Pará. O Governo emitiu nota paga aos dois jornalões controlados, na qual omiti a origem da dinheirama, mas os blogues livres não! Os blogues não são comprados e tem independência, por isso deram voz aos escândalos e mostraram os fatos, como os fatos são para a população tomar conhecimento.

Hoje, os investigadores da Policia Civil escarafuncharam até fazer a imagem pífia, de troco, perfeitamente compatível com a renda do investigado, que nem se compara aos R$750 mil.

Dizem os policiais que encontraram R$15 mil reais na casa do publicitário. E daí? Ele não é servidor público, não é diretor da Secretária da Saúde e nem é assessor especial do Governo do Estado. O valor é totalmente compatível com os ganhos de sua empresa e possível de ser explicado em qualquer Tribunal sério.

Espero que a Ordem dos Advogados do Brasil seção Pará, o Sindicato dos Jornalista, o Ministério Público e a corregedoria de justiça do Estado, percebam a gravidade dos fatos, a violação dos direitos individuais das pessoas, a grave ameaça ao estado democrático de direito e se posicionem urgentemente.

Por fim, espero que minha opinião também não seja confundida pelo inquérito e que este blog não entre no rol dos investigados, uma vez que me considero um cidadão livre e disposto a exercer meu direito de cidadania de fiscalizar a correta aplicação do dinheiro público, além de continuar me posicionando sobre fatos com os quais não comungo.

Alexandre de Moraes acerta um dardo no coração de Bolsonaro.

O Supremo Tribunal Federal realiza sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2019. Na foto, o ministro Alexandre de Moraes. (BRASIL DE FATO)

Os blogueiros e políticos bolsonaristas foram feridos no coração pelas buscas e apreensão e agora reagem com mais ódio e ataques ao STF, principalmente ao Ministro Alexandre de Moraes.

Na redes sociais, incluindo WhatsApp, estão bombando as hashtag contra o STF e a decisão do Ministro Alexandre de Moraes, até esqueceram do Governador Estrume do Rio de Janeiro.

Entenda o motivo da raiva e o porque dos ataques:

O Ministro Alexandre de Moraes, com apoio da Policia Federal, através de delegados por ele blindados da influencia do Presidente da República na PF, descobriu o modo de operar dos bolsonaristas, para espalhar mentiras e ataques, usando as redes sociais, para destruir a reputação de adversários políticos e as instituições que não estão sobre seu controle ou fazendo o jogo políticos que desejam para o país.

Esta máquina de mentiras e ódios funciona com apoio financeiro de um grupo de empresários, através de uma caixinha, que arrecadaria R$2 milhões mensais. O dinheiro é distribuído para blogueiros e digitais influenciadores. Também é usado para pagar um sistema de robôs, que são máquinas programadas para distribuição de mensagens me massa.

O esquema se move com o presidente da república, seus ministros olavistas, os filhos, a bancada parlamentar e empresários dando a senha para os ataques. Um grupo produz as postagens com os conteúdos e estes são viralizados pelos apoiadores inscritos em grupos de whatsApp, por impulso pagos e artificialmente pelos robôs programados para este fim, usando o ódio como estratégia de adesão.

O Ministro Alexandre de Moraes, de posse dos laudos e das provas colhidas pelos investigadores, determinou a busca e apreensão residências dos blogueiros e dos financiadores, quebrando o sigilo destes últimos.

A bolsonaristas, feridos de morte no seu único meio de política suja, sabem que a coleta de vastas provas será fatal e por isso, partiram para o ataque ao inquérito e até a família do Ministro.

Para ficar claro, o Ministro não violou o direito de livre opinião e a liberdade de imprensa, esta estão garantidas constitucionalmente, o ato foi para coibir crimes que vem sendo cometidos com desenvoltura por uma pequeno grupo de pessoas, em favor de políticas que atentam contra a própria democracia.