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Desmatamento da Amazônia e Mudanças Climáticas: a esperança é o Partido Verde.

Entre agosto de 2019 e julho de 2020, em plena pandemia, grileiros criminosos destruíram 11.088 km2 de floresta nativa da Amazônia. Retiraram madeiras nobres, valiosas, mataram milhões de micro-organismos e suprimiram a riquíssima biodiversidade, comprometendo o futuro de incontáveis espécies. Se não bastasse, causam incalculável prejuízo ao clima de todo o planeta, colocando em risco a meta do Brasil no Acordo de Paris.

O vice-presidente do Brasil admitiu os números do desmatamento. O ministro do Meio Ambiente, responsável pelo desmonte da proteção à floresta, sumiu e se omitiu diante dos números alarmantes. O governo é o grande culpado. Foi de sua responsabilidade a retirada de todas as proteções ambientais, facilitando a ação dos criminosos, quando permitiu que o transporte e a exportação de madeira fossem feitos apenas com a declaração dos interessados nesse negócio privado, ilegal, criminoso e milionário.

Os governos dos estados amazônicos cruzam os braços, colocam-se na situação cômoda de empurrar o problema para a esfera federal. O Centro de Monitoramento do Pará, montado e financiado com recurso do Fundo Amazônia, parece que virou enfeite, por nada produzir em favor da defesa da pobre floresta. O Pará foi o estado que mais desmatou nesse período.

As ONGs – que eram incentivadas por verbas federais, para ajudar na defesa desse importante bioma, e que prestavam enorme serviço em favor da floresta e das populações tradicionais – foram todas criminalizadas no início do governo do presidente Jair Bolsonaro como organizações comunistas a serviço de potências internacionais de esquerda, que tramam a internacionalização das riquezas brasileiras.

O futuro da humanidade está comprometido. Estamos perdendo para a ganância de alguns. Perdemos a liberdade de fazer coisas simples que nos são naturais. Quando os humanos invadiram as florestas africanas e foram contagiados por animais daquele bioma, ganhamos a Aids. Da Ásia nos veio o contágio mais recente do Coronavírus, que nos impede de nos abraçarmos, de estarmos juntos de quem amamos. Da Amazônia, nos virão quais ameaças? Mas estamos prontos a seguir nosso modo egoísta de viver, desconhecendo todos os avisos.

E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até o animal, até o réptil, e até a ave dos céus, porque me arrependo de os haver feito.

Gênesis

Antes que isso aconteça novamente, devemos mudar nossa modo de vida aqui na Terra e nos harmonizarmos com todas as outras espécies, construindo um modelo de uso sustentável dos recursos naturais, limitando o crescimento da economia a capacidade de regeneração da natureza, adotando modos compatíveis com a possibilidade de sua resiliência.

A pauta principal que devemos adotar é o combate às mudanças climáticas, cumprindo as regras do Acordo de Paris. Aliás, as metas para 2021 serão cobradas e, segundo o Observatório do Clima, o Brasil não cumprirá a sua parte. O governo do presidente Jair Bolsonaro desmontou todos os mecanismos de acompanhamento das metas e do controle do clima.

A esperança brasileira e mundial está depositada nos ombros dos dirigentes do Partido Verde brasileiro, único instrumento da política com sensibilidade e capaz de entender a urgência de lutar contra as mudanças climáticas e os danos irreparáveis causados pelo desmatamento da Floresta amazônica.

Os verdes brasileiros festejam a vitória de Joe Biden

O resultado das eleições americanas, com a vitória de Joe Biden, não foi uma vitória da esquerda contra a direito, foi muito mais que isso. Representou a afirmação dos princípios civilizatórios, dos valores democráticas e a volta da pauta importante de combate as mudanças climáticas.

Esperamos que os bons ventos que sopram por lá, soprem também por aqui pelo nosso país e possamos derrotar o império da idiotice, que deseja se fixar no Brasil, causando tanto mal as pessoas e aos recursos naturais.

Ouça o recado dos verdes, na voz de seu principal porta-voz, o presidente nacional, Luis Penna.

Governo brasileiro é conivente com a destruição da Amazônia

A Amazônia está sendo destruída pelo fogo e pelo desmatamento e as autoridades responsáveis por evitar a destruição deste valioso e importante patrimônio se queixam das declarações de personalidades internacionais e das ONGs, cobrando e denunciando o descaso.

Dizer que a intenção de quem cobra responsabilidade nos cuidados com a Floresta e o meio ambiente é interferir e prejudicar o Brasil não cola.

O agronegócio brasileiro que ganha dinheiro importando produtos agrícolas, sabe que o consumidor de carne de boi, frago, porco, aquele que interessado em comprar soja, milho, frutas brasileiras, não aceita que produtos sejam produzidos destruindo o meio ambiente.

Se o Brasil não quiser sofrer críticas, prejuizos nas exportações e nos preços dos seus produtos, precisa provar para o Mundo que está cuidando da Amazônia e do meio ambiente.

As pessoas de bom-senso sabem que se a Floresta Amazônica for destruída, perderemos a batalha contra o aquecimento global e as mudanças climáticas e se isso, que Deus nos livre, acontecer, colocará em risco o futuro de todos aqui no Planeta.

Então General Heleno, Carlos Bolsonaro e Presidente Jair Bolsonaro, parem de jogar com o futuro do nosso povo, do bioma amazônico e do meio ambiente. Suas palavras não vão mudar o que o Mundo pensa do Brasil até que façamos nossa parte.

Foto: National Geographic

Garimpeiros invadem terras indígenas dos Mundurucus, com possível apoio de políticos

Não é possível acreditar que garimpeiros possam invadir a Terra Índigena Mundurucus, em Jacareacanga, no Pará, destruir a mata, contaminar rios e igarapés, levar vírus para contaminar a população, retirar ouro para contrabande-lo, sem ter apoio político e de autoridades, seja por ação ou por omissão.

Veja o que o garimpo está fazendo nas Terras Indígenas do Povo Mundurucus em Jacareacanga, aqui no Pará. Um absurdo, uma violência, um roubo, um atentado aos recursos naturais e ao povo do Pará.

O Governador Helder Barbalho, o Presidente Jair Bolsonaro, bem como os Senadores Paulo Rocha, Jader Barbalho e Zequinha Marinho e deputados federais, tem obrigação de agir e parar este absurdo, caso contrário vou entender que são, no mínimo, coniventes.

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/11/05/zequinha-marinho-apresenta-reivindicacoes-do-setor-de-mineracao

https://www.jesocarneiro.com.br/para/ministerio-da-defesa-proibe-fiscalizacao-do-ibama-contra-garimpo-ilegal-no-para.html

Não tem desculpas.

PF desmonta quadrilha de desmatadores em Altamira, Brasil Novo, Medicilândia e Uruará

O juiz federal substituto da 4ª Vara Gilson Vieira Filho determinou o afastamento de agentes públicos suspeitos de integrar uma organização criminosa formada por madeireiros, servidores públicos das secretarias municipais de Meio Ambiente, advogados e engenheiros florestais.

A ação da Polícia Federal, autorizada pela Justiça Federal, visou desmontar uma quadrilha de agentes públicos que davam cobertura ao desmatamento e a comercialização de madeira nos municípios de Altamira, Brasil Novo, Medicilândia e Uruará.

O policial rodoviário federal Valderson Vargens da Silva, o policial civil Sérgio Roberto Dias Caldeira e o policial militar Climi Cleber Pinheiro Soares foram afastados do emprego ou função pública.

Wesley Storch, secretário municipal de Meio Ambiente e Turismo de Altamira(SEMAT), Lúcio Francisco de Paula Costa, coordenador da Secretaria de Meio Ambiente da SEMAT de Altamira, Lucas Gomes de Alvarenga Shubert, assessor jurídico da SEMAT de Altamira, e Verbena Regina Sá Brito, assessora jurídica da SEMMA de Brasil Novo, também foram afastados de suas funções.

O sigilo da decisão que ordenou a operação foi levantado na tarde desta quarta-feira (29) pelo juiz federal da 4ª Vara, Antônio Carlos Campelo.

A destruição da Floresta Amazônica é feita com apoio oficial

Desmatar a Amazônia é crime e ofende diretos das futuras gerações, mas tudo acontece por conivência dos governantes, que até questionam os dados obtidos por meio de instrumentos precisos e oficiais.

O Pará é o estado campeão de desmatamento, mas o Governador Helder Barbalho fornece argumentos ao desmatadores, ao dizer que o período chuvoso interfere nos números e na precisão dos dados.

A Constituição Federal, o Código Florestal e a Lei dos Crimes Ambientais não permite desmatamento, mas eles acontecem nas narinas dos governantes.

Também ainda é mistério o fato dos latifúndios acima de 2.500 hectares continuarem a ser legalizados sem atender o § 1.°, do art. 188, da Constituição Federal, que determina a que só pode ser feito se for aprovada pelo Congresso Nacional.

As autoridades brasileiras são coniventes com o latifúndio, com a grilagem e com a destruição da floresta, pois não há possibilidade de se obter terra pública e desmata-la se isto não ocorrer ao arrepio da lei.

A bancada do PV na Câmara apresentou ao Governo Federal dois requerimentos de informação relacionados a ações na Amazônia.

A bancada do PV na Câmara apresentou ao Governo Federal dois requerimentos de informação relacionados a ações na Amazônia. Nos documentos, os parlamentares questionam o uso das Forças Armadas e os resultados das operações na região, além das razões para a exoneração da coordenadora-geral de Observação da Terra do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE).
— Ler em www.leandre.com.br/noticia/1575

Secretaria de Pesca publica norma que regulariza situação de 400 mil pescadores no país

A emissão de registros para a pesca profissional está suspensa desde 2015 por recomendação dos órgãos de controle. A Secretaria de Aquicultura e Pesca estima que cerca de 500 mil pessoas tenham o registro de pesca profissional em todo o Brasil válido, sendo que de quase 400 mil aguardam a análise dos pedidos feitos de 2015 para cá ou estão com os registros suspensos. Ou seja, exercem a atividade da pesca de forma irregular e estão sujeitos a autuações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) caso sejam pegos em fiscalizações do órgão, que vão desde a apreensão dos produtos e instrumentos, aplicação de multas até ações penais.
— Ler em www.mdic.gov.br/index.php/micro-e-pequenas-empresa/61-noticias/2645-secretaria-de-pesca-publica-norma-que-regulariza-situacao-de-400-mil-pescadores-no-pais

Sanções impostas pelo Ibama caem 60% em um ano, e especialistas alertam para apagão ambiental

De janeiro a junho deste ano, o número dos chamados termos de embargo aplicados pelo órgão ambiental foi de 587. Nos mesmos meses do ano passado, foram 1.435.

O número de autuações do ano passado já representava redução de 40% em relação ao primeiro semestre de 2018. Ou seja, é a segunda queda para igual período no governo Jair Bolsonaro.

http://Sanções impostas pelo Ibama caem 60% em um ano, e especialistas alertam para apagão ambiental

O Ministro Ricardo Salles causou muitos prejuízos ambientais e econômicos para o Brasil. A pasta foi criada para ter um titular que se identifique com a causa ambiental e provoque o debate dentro do Governo, fazendo o contraponto entre a defesa do meio ambiente e as questões econômicas. Para defender o setor produtivo tem os outros ministros.

Na época dos reis, dos imperadores e déspotas, era comum nomearem consultores para lhes contrariar as vontades, no sentido de poder, após ouvir argumentos pros e contra, caminhar pelo equilíbrio, será que nem se parecer com um déspota este Governo consegue.

Se a Justiça brasileira não retirar o Ministro Ricardo Salles da pasta do Meio Ambiente, como pede o Ministério Público Federa, o resultado final será de extrema gravidade, com perdas irreparáveis aos recursos naturais.