Temos a primeira vacina, mas ainda não podemos relaxar

A Pfizer anunciou a vacina para o Coronavirus com eficácia de 95%, muito acima do que admitia a OMS. Para Organização Mundial de Saúde, diante de uma pandemia, poderia ser aceito vacinas com eficácia de até 50%. Que boa noticia. Agora, a Pfizer vai pedir registro a FDA, a Anvisa dos EUA. Obtido registro, começa a fase de fabricação, venda e distribuição.

Comemorar sim, relaxar nunca. Devemos continuar usando máscaras, higienização, distanciamento e tudo mais que possa evitar o contágio. Os desafios ainda não foram superados.

A vacina, depois de aprovada, entra na fase de fabricação e como o matéria-prima é difícil e escassa para a grande quantidade de vacina a ser produzida, para atender o Planeta inteiro, são bilhões de pessoas, combinado com a montagem da infraestrutura das fabricas de vacinas, vai demandar um tempo ainda grande até a produção em massa.

Depois de produzidas, as vacinas devem chegar até o destino final que é as mãos dos profissionais que vão aplica-las no corpo das pessoas para imuniza-las, isto requer um grande logística, com condições específicas. A vacina da Pfizer deve ser transportada em temperatura de -70ºC e nestas condições durar 15 dias. Depois, chegando ao local , teremos poucos dias para guardar em geladeira e aplica-la.

Como é difícil tudo isso, precisamente pelo enorme volume de vacinas, será necessário que outras vacinas sejam testadas e produzidas. Depois, tem o problema do preço caro destas doses, que dificulta que países pobres adquiram e imunizem as populações, principalmente as mais carentes.

Por tudo isso, meus amigos e minhas amigas, vamos continuar nos cuidando e cuidando um dos outros.