Violência, corrupção e injustiça preocupam a população de Capitão Poço.

O radialista e ex-policial conhecido como “Navalhada”, que denunciava crimes cometidos por pessoas poderosas e influentes em Capitão Poço, foi calado a bala.

O Senhor Navalhada foi brutalmente assassinado, num crime político, executado por encomenda, mas que até a presente data continua sem explicação e sem uma satisfação para sociedade local, criando um clima insuportável de impunidade, aumentando o poder dos mandantes e executor, que continuarão a agir na saga criminosa que implantaram naquele pacato e produtivo Município, repleto de bons cidadãos e cidadãs.

O inquérito sobre o brutal assassinato, para avançar na colheita de provas, dependerá de atos da magistrada local. Embora o processo corra em segredo de justiça, a comunidade de Capitão Poço sabe de onde partiram as ordens, desconfiando que os poderosos tentarão calar a Justiça e impedir que os atos do inquérito sejam prejudicados pela influência criminosa dos suspeitos.

A população esperar que o Tribunal de Justiça, o Ministério Público, cobre celeridade e atendimento aos requerimentos dos investigadores por parte da Magistrada, que não pode se intimidar ao poder dos criminosos.

O que o povo de Capitão Poço deseja e espera é Justiça e os familiares e amigos da vítima não calarão enquanto aquele que puxou o gatilho e que o contratou estejam atrás das grades, pagando pelos seus crimes, incluindo os crimes de corrupção denunciado pela vítima.

Fracassa a política de combate as drogas no Brasil

A capa do jornal Extra mostra que a política de combate as drogas no país é um estrondoso fracaso.

O tráfico só cresce e as cadeias só enchem. Muitos líderes ocupam presídios de segurança máxima.

A segurança pública comemora, como comemorou a dez anos atrás a retormada do Morro do Alemão. Mas o tráfico e as drogas cresceram e voltaram com mais força ainda.

O país precisam admitir o problema, concluir que erra, rechaçar os que criminalizam tudo, rediscutir e buscar outras soluções.

Políticos como Eguchi, Eder Mauro e algumas denominações evangélicos, com suas soluções simplistas de Bala é Bíblia, nos atrapalham na busca de soluções mais eficazes para este grave problema.