Fechamento do lixão de Marituba já! Não a prorrogação!

Os moradores de Marituba por inúmeras vezes disseram as autoridades que não querem conviver com um lixão e sua fedentina. As autoridades se fazem de surda e na semana que passou surpreenderam os cidadãos daquele município com a liberação de mais uma licença ambiental irregular.

O prazo para encerrar o Lixão de Marituba encerra em maio e até a presente data prefeitos e governadores não se mexem, vão empurrando com a barriga e trabalhando com a ideia do fato consumado.

A frase: o que não tem remédio, remediado está, não se aplica ao caso do destino final do lixo da Região Metropolitana. O lixo tem remédio e o remédio está na aplicação correta da política nacional de resíduos sólidos, prevista na Lei n.º 12.305/2010.

Volto a minha pergunta: por que os administradores públicos não querem fazer o que é correto e insistem em manter os contratos milionários das empresas de coleta e tratamento de lixo? Não quero duvidar da honestidade de ninguém, mas dá para desconfiar que neste reino há algo de muito estranho.

Desembargador Luis Neto, por favor, diga claramente a todos os gestores que não vai haver prorrogação e que eles precisam cumprir a Lei, chamando e organizando as cooperativas e a coleta seletiva para o bem de todos nós, incluindo o meio ambiente.

Vereador do PV faz lei para reciclar embalagem de vidro em Belém

eCycle

Os moradores de Belém produzem 746.372 kg de embalagens de vidros a cada 30 dias, se levarmos em conta os números da ABIVIDRO, associação que congrega as empresas que produzem estas embalagens no país. Segundo este levantamento, cada consumidor brasileiro produz 0,5 kg/mês/habitante, de produtos embalados em vidros: garrafas, potes e frascos.

Este volume todo e embalagens, apesar de ser suficiente para viabilizar um programa de reciclagem, é atirado diretamente na natureza, ocasionando até acidentes, como os que ocorrem com frequência entre os habitantes das ilhas que rodeiam a Belém e que vivem da cultura do açaí.

Os cacos de vidros atirados no continente, são levados pela maré e ficam presos nas raizes dos açaizeiros, ocasionando corte profundos naqueles que descem de peconha carregando os cachos apanhados no entardecer para serem comercializados na madrugada no Ver-o-peso.

O vereador Wilson Neto, do Partido Verde, com sua equipe e ouvindo diversos setores, encontrou a solução ambientalmente correta para o problema. Através de uma lei municipal, deseja que toda essa embalagem seja retornada para as fábricas, reaproveitada ou reutilizada, através de uma programa de coleta e de logística reversa.

Conheça a integra deste projeto de lei essencial para o meio ambiente:

O projeto de lei da reciclagem é para todos as pessoas, por isso queremos receber sua opinião com sugestões e críticas. Deixe seu comentário e se gostou, compartilhe.