Capitão Poço segue em escalada crescente de violência

Pessoas inocentes estão sendo mortas por execução, nos mesmos modos, da mesma forma, talvez com a mesma arma, por motivos diferentes, mas provavelmente pelos mesmos executores, (se as apurações forem eficientes), pode chegar a conclusão que estas execuções foram decididas e custeadas pelos mesmos mandantes.

A Polícia Civil segue no inquérito, que tramita em segredo de justiça, e já deve ter suspeito das mortes, que continua solto, aguardando, ansiosamente que, assim que os pedidos de providências chegarem a mesa da Juíza do Município, que ela se convença da necessidade de tirar os prováveis assassinos de circulação, garantido a segurança da população, a garantindo a colheita de provas e a integridade de testemunhas, afim de a justiça seja feita e a paz volte a reinar entre os maiores e melhores produtores de cítricos do Pará.

Aproveito para apelar as autoridades, principalmente ao Secretário de Segurança Pública e ao Poder Judiciário, que socorra Capitão Poço. Não deixe que a impunidade vença.

Reproduzo aqui a noticia do assassinato brutal da mais recente vítima publicada no Porta OuremNews.

Na manhã deste domingo (10), imagens e áudios circularam pela rede social informando que um corpo encontrava-se no perímetro da comunidade conhecida como Travessa Santa Luzia, Capitão Poço, próximo a uma fábrica de laranja do município.

As autoridades policiais ao tomarem conhecimento, confirmaram a informação, sendo que a vítima foi identificada pelo acunha de “Serra”, que segundo populares, era trabalhador de um conhecido lava jato da cidade, próximo ao residencial Goiânia.

Alguns moradores informaram para a policia, de terem ouvido ao menos uns cincos disparos, possivelmente de arma de fogo, as 5h da manhã deste domingo. 

Como em vários outros homicídios ocorridos anteriormente no município, a motivação da violência é totalmente desconhecida para a equipe policial.

Até o fechamento desta matéria, não tivemos qualquer outra informação relativa ao caso

Por: Paulo Bragança

http://www.ouremnews.com.br/2021/01/misterio-envolve-mais-um-homicidio-em.html?m=1

Quem matou e quem mandou matar Navalhada?

As cinzas de Navalhada chegam a Capitão Poço, antes que a Policia descubra quem o matou

A dor de Alex Pinheiro de Andrade e de Wanessa Pinheiro de Andrade, filhos do policial aposentado, Agnaldo Assis Andrade, conhecido como Navalhada, cruelmente assassinado no interior de sua residência, é a dor de todos os seus amigos e da população do munícipio de Capitão Poço, ainda abalada pela violência e possível impunidade de tão brutal assassinato.

Nos sete dias de sua morte, quando as cinzas de Navalhada foram conduzidas por seu familiares, para o Município, a pergunta que se ouvia pelos quatro cantos da cidade era: quem matou e quem mandou mata-lo?

O povo teme pela impunidade e clama por Justiça. Todos sabem que poderosos estão por trás da execução e por isso estão apreensivos com a condução local do inquérito, por isso reivindicam que o Secretário de Segurança Pública, Ualame Machado e o Delegado Geral da Policial Civil, Walter Resende, designe uma equipe da Divisão de Homicídio de Belém, para presidir e concluir as investigações, urgentemente, prendendo e denunciando mandates e matadores.

O monopólio político e econômico da família Tonheiro no nordeste paraense e a insegurança pública em Capitão Poço

a população quer apuração com transparência de todas as denuncias de irregularidas e do assassinato brutal e clama por justiça

As denuncias que o policial aposentado, conhecido com Navalhada, fazia contra a família Tonheiro, que controla politica e economicamente o município de Capitão Poço, que resultaram em seu assassinato brutal, ainda não explicado, precisam ser investigadas.

Segundo as denuncias, depois que a família Tonheiro, empresários de laranja e limão, móveis, supermercados, açougue, shopping, loja de informática, loja de material de peças para motos, loja Ferro e aço e as mais diversas atividades econômicas na região, incluindo loja de móveis em Bragança, entrou para  política, os negócios estão indo de vento em popa.

Muitas empresa foram criadas, com empregados do grupo como sócios, para participarem e vencerem as licitações. O comissão de licitação do município é controlada e volta para estes interesses, era o que denunciava Navalhada.

Nas vésperas das eleições, foi denunciado que a merenda escolar das crianças suspensa durante a pandemia, estava sendo distribuídas como cestas básicas para famílias carentes em troca de votos, sete dias antes do pleito. Ainda apura-se a possível falsificação de diploma do prefeito eleito João Tonheiro, que segundo dizem seu opositores é analfabeto.

A família Tonheiro, que elegeu o deputado estadual Antonio Tonheiro, para um segundo mandato, tem planos mais ousados na política e, pelo visto, não pretende apenas o controle econômico de todas as atividades lucrativas em Capitão Poço e região. Os Tonheiros querem muito mais. Nesta eleição, além de eleger João Tonheiro, prefeito de Capitão Poço, o vereador mais votados, também conquistaram o controle da prefeitura de Irituia, para qual elegeram Marcos Tonheiro, derrotando políticos tradicionais daquele município.

Os capitão-pocenses, confiam na Justiça, no Ministério  Público e aguardam a apuração de todos os fatos denunciados, incluindo a apuração das mortes e das ameaças, até com usa do bombas na casa de adversários políticos, disparadas por integrantes da família poderosa.

Fracassa a política de combate as drogas no Brasil

A capa do jornal Extra mostra que a política de combate as drogas no país é um estrondoso fracaso.

O tráfico só cresce e as cadeias só enchem. Muitos líderes ocupam presídios de segurança máxima.

A segurança pública comemora, como comemorou a dez anos atrás a retormada do Morro do Alemão. Mas o tráfico e as drogas cresceram e voltaram com mais força ainda.

O país precisam admitir o problema, concluir que erra, rechaçar os que criminalizam tudo, rediscutir e buscar outras soluções.

Políticos como Eguchi, Eder Mauro e algumas denominações evangélicos, com suas soluções simplistas de Bala é Bíblia, nos atrapalham na busca de soluções mais eficazes para este grave problema.